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Abordagens para valor em uso

Transcrição

Cada um dos seguintes itens é que vão ser projetados aqui na tela podem ser representados no cálculo do valor em uso. Vamos falar sobre cada um desses itens? Os elementos. Em conjunto, eles capturam as diferenças econômicas entre os ativos. Então vamos falar aqui do item a estimativa do fluxo de caixa futuro. Bom, obviamente que isso é necessário para o cálculo do valor e uso. Expectativas acerca de variações, possíveis variações no montante, então, possíveis variações aí nesses. Fluxos de caixa, né? Em termos de montante de valores, ou. No período bom, então a gente está falando de incertezas. Em relação aos valores projetados, isso deve fazer parte do cálculo do valor em uso também. Taxa de juros corrente livre de riscos. Isso deve ser considerado também, né? A gente sempre leva em consideração o valor do dinheiro no tempo, então, bastante importante. Incerteza inerente ao ativo o prêmio de risco desse ativo, desse negócio, né, que engloba um ativo ou um grupo de ativos, tá? Isso deve ser considerado no cálculo do valor em uso também. Por fim, outros riscos, tá? Quaisquer outros riscos, tudo isso deve ser considerado no cálculo do valor e uso, se for significativo, e. Se a gente conseguir mensurar com confiança. Tá, se a gente conseguir fazer esta projeção com com confiança, tá aí é legal. A gente é é falar que a norma contábil, ela não dá um único caminho pra gente fazer o cálculo do valor em uso, tá? Ela indica 2 caminhos. É, é alternativos, uma abordagem que é a abordagem tradicional, outra abordagem que é a abordagem do fluxo de caixa esperado. A abordagem tradicional, ela ajusta os fatores é os ajustes para os fatores b. CDEE do é item anterior. Eles estão embutidos na taxa de desconto, então vamos lá, BCDEE, tudo isso está embutido na taxa de desconto. Então, o que que é isso? Várias. Variações no montante ou no período, ou No No No No período, se se você imagina que vai realizar uma venda no primeiro período, mas isso pode acontecer no segundo, no terceiro. Quer dizer, o período em que esses fluxos de caixa vão ser alocados, isso também impacta no final, no valor em uso, né? Então essa incerteza quanto ao período também impacta, tá? Então essas incertezas. Quando eu estou na abordagem tradicional, elas vão estar embutidas na taxa de juros. Que mais? Item c, taxa livre de riscos, ela vai estar na taxa de juros. Item d, incerteza inerente ao ativo. Um prêmio de risco é relativo ao ativo, ao grupo de ativos, ao negócio que envolve esses ativos. Tá? Ela vai estar como um acréscimo na taxa de juros. Quaisquer outros riscos vão estar. Embutidos nas taxas de juros. Tá na taxa de desconto ao? Ternativamente, eu tenho fluxo de caixa esperado no qual os fatores BDEE impõem ajustes. Aos fluxos de caixa esperados são ajustados pelos riscos. Vamos ver de novo quais são os itens BDEEB. Possíveis variações no montante, no. Período, então isso a gente não vai ajustar mais na. Na taxa de juros, a gente vai ajustar isso nos valores projetados, tá? A gente vai falar um pouquinho como que, como que a gente pode fazer isto, tá? Mas a gente não vai ajustar isso mais. É como um acréscimo de risco na taxa, entender incerteza referente ao ativo. Esse prêmio de risco do ativo, a gente pode fazer isso como um ajuste no fluxo de caixa e não na taxa de desconto, tá? E esses outros fatores também. A gente pode fazer isso como um ajuste no fluxo de caixa ou como um ajuste na taxa, tá? Então, essa abordagem do fluxo de caixa esperado, ela é um pouco mais maleável, um pouco mais flexível. A tradicional é, eu tenho um único fluxo de caixa? Projetado e este fluxo de caixa vai ter. Riscos, né, que vão ser ajustados na taxa de desconto. Na abordagem do fluxo de caixa é esperado, eu tenho vários riscos que vão ser ajustados nos valores dos fluxos projetados, tá bom? De qualquer forma, usando a abordagem tradicional ou abordagem do fluxo de caixa esperado. Esse esses fluxos de caixa, eles devem refletir o valor presente dos fluxos de caixas futuros, valor presente esperado, ou seja, a média ponderada de todos os resultados possíveis. Abordagem tradicional. Então ela é apropriada para ativos com fluxos de caixa contratuais, tipo ativos financeiros é ativos que têm fluxos de caixa mais certos, né? Que não tem tanta incerteza quanto aos valores ou quanto AA data de realização, tá? Então a gente usa. Um fluxo de caixa, um único fluxo de caixa e uma única taxa que é proporcional ao risco. A gente vai incluindo na taxa de desconto todos os riscos esperados para esse ativo, tá? Provavelmente ela não vai ser apropriada para ativos não financeiros quando a gente não tem um mercado ativo comparável. Tá para a gente é. É ter uma taxa de juros mais? É, é. Mais adequada, tá? Uma taxa de desconto mais adequada, então ela é apropriada. Quando a gente tem é fluxo de caixa que são mais certos em relação a valores e em relação a Datas de realização. Sobre a abordagem dos fluxos de caixa esperados, então. Eles, essa abordagem, ela pondera, principalmente certas. Incertezas nos valores dos fluxos que estão sendo projetados, tá? Então, em vez da gente pensar em um único cenário, único fluxo de caixa, a gente pode pensar em cenários alternativos. Posso pensar em um cenário provável com. Uma probabilidade de 50%. E outros não prováveis. É menos prováveis, com taxas de probabilidade de 25%, por exemplo, tá? Então a gente pode pensar em cenários, a gente pode pensar em média de valores que podem acontecer, tá? A gente vai colocar aqui alguns exercícios para vocês resolverem com as respostas, tá, para vocês entenderem um pouquinho mais desta. Abordagem dos fluxos de caixa esperados, que é uma abordagem bastante interessante. Tá, então lembrando que. Esta abordagem, ela pondera não só valores, mas também em relação a data de ocorrência ao período de ocorrência dos fluxos de caixa.