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Transcrição

Muitas vezes não é possível testar um ativo individualmente. Por quê? Porque um ativo individualmente não gera caixa, exceto em raras situações, quando a gente está testando, por exemplo, um negócio muito pequeno, tipo um carrinho de pipoca, ele isoladamente, aquele ativo isoladamente, né? Em conjunto com a mão de obra, ele. Produz caixa ou o exemplo que eu dei é o exemplo que a gente utilizou aqui no curso? De um prédio que é utilizado para obtenção de renda. Então aquele prédio sozinho gerava renda, né? Quase sempre, na prática das empresas, um ativo sozinho não gera caixa. Ah, por exemplo, em uma indústria, em uma indústria, a gente tem uma linha de produção que é formada por várias máquinas que tem lá. Um imóvel é que tem instalações, que tem software. É. São vários ativos a favor de uma linha de produção, né? Isso em uma indústria, se a gente pensar em. Uma instituição financeira, qual o ativo individualmente de uma instituição financeira que tá gerando caixa? É o prédio, é o computador central, é o computador da. Da área comercial, né? Os computadores da da área comercial é um software. É difícil. É difícil você dizer qual ativo está gerando determinados fluxos de caixa, tá? Então, nessas situações a gente não faz o teste de imperment do ativo individual. A gente faz o teste em um grupo de ativos chamado unidade geradora de caixa ou ugc, uma sigla que já apareceu. Em outras oportunidades aí. Bom definição, diz que ele é o menor grupo identificável de ativos que gera entradas de caixa que são em grande parte independentes das entradas de caixa de outros ativos ou grupos de ativos. Então, em cada tipo de empresa, em cada negócio, a gente vai ter unidades geradoras de caixa diferentes. Bom, então a perguntinha aqui pra gente saber se vai testar um ativo individualmente ou num grupo, numa unidade geradora de caixa é, esse ativo gera fluxo de caixa isoladamente, gera fluxos que são independentes dos fluxos de caixa gerados por outros ativos. Se a resposta. É sim. Você testa o ativo individualmente. Se a resposta é não, agrupa os ativos e vamos testar unidades geradoras de caixa. A porque quando a gente faz o teste de imperment, a gente vai buscar referências para valor justo, líquido de despesas de venda. Bom, isso aí a gente poderia fazer para um ativo individualmente, não tem problema. Mas valor em uso. Como é que eu estimo o valor em uso de um ativo que não gera caixa individualmente? Não dá. Então a gente tem que agrupar os ativos em unidades geradoras de caixa. Unidade geradora de caixa, pode, pode ser. Uma unidade pode ser uma linha de produto. Então uma empresa como uma Unilever, uma Procter Gamble, esse tipo de indústria que tem várias marcas, né? Uma linha de produto, por exemplo, tem o produtos de produtos alimentícios, produtos de higiene, produtos de de limpeza, produtos para cozinha. Então, cada linha de produtos pode ser uma unidade geradora de caixa. Tipo de negócio. Por exemplo, numa instituição financeira, eu tenho um negócio bancário, tem, posso ter seguradora, eu posso ter um negócio de é fundo de investimento. Então, os tipos de negócios diferentes ou poderia ser tipo? Tipo de negócio, eu tenho 11. Empresa que tem um negócio de varejo e tem uma linha aí é 11. 11 negócio de financiamento, ele financia as vendas do varejo. Está então cada tipo de negócio poderia ser uma unidade geradora de caixa de. Localidade isolada, por exemplo, vou vou usar o exemplo de instituição financeira de novo. Uma agência bancária poderia ser uma unidade geradora de caixa. Está localidade isolada, então pode ser uma unidade de venda, uma unidade de produção. Áreas distritais ou regionais, então, grupos de localidades, tá? E, por fim, maneira como a administração toma decisões, isso é interessante. Maneira como a administração toma decisões, porque a norma contábil, ela está se conectando com os relatórios internos, né? Se a administração. Tem relatórios gerenciais e médio resultado, tem orçamento, tem projeções. Por linha de produto, por regional. Regional, por diretoria. A gente na contabilidade aqui, ao fazer o teste de internet, ao determinar a unidade geradora de caixa, a gente utiliza esses controles, essas definições que foram feitas gerencialmente também, tá? Então é isso que a norma quer dizer quando fala em maneira como a administração toma decisões, a gente determinar as unidades geradoras de caixa. Da mesma forma que a administração determinou quebras de resultado. Pra fins de controle, pra fins de cobrança dos gestores. Pra fins de projeção. Tá tão fazendo isso? A gente íntegra a contabilidade societária com a contabilidade de fins gerenciais. Tá aqui. A gente aqui falando de unidade geradora de caixa, sempre a gente. Pode se lembrar de ativos que servem a várias unidades, né? A figura que tá ilustrando? Um grande cliente da m 2 m, né? AA ege que tem um centro de serviços compartilhados fica no interior de São Paulo, né? Essa é a foto do centro de serviços compartilhados. E esse centro de serviços compartilhados ele tem ativos, né? Tem imóvel, melhorias nesse imóvel, tem computadores, tem software? Tem. Salas de reuniões bem bacanas. Né? Todos os equipamentos que são usados pra reuniões, pra treinamentos, tá? Todos esses ativos, eles não servem uma área específica, eles não servem é uma unidade específica. Eles servem a várias unidades. Então esse são ativos que a gente chama de ativos corporativos. Tá, então os ativos corporativos, eles são ativos que a gente não consegue direcionar pra unidade, uma unidade geradora de caixa específica. Então, o que a gente faz? Vez a gente direcionar um ativo para uma unidade, a gente rateia esses ativos corporativos por algum critério, né? Que faça sentido. Em algumas situações, a gente utiliza o headcount, né, a quantidade de pessoas em cada área. Em algumas situações, a gente utiliza o. Metro quadrado ocupado por uma unidade geradora de caixa. Em algumas situações, a gente utiliza o resultado gerado por uma unidade geradora de caixa ou o nível de serviço. Se a gente conseguir medir isso, né? O nível de serviço que é tomado por essa unidade geradora de caixa, né? Alguma forma que a gente consiga definir melhor o porte dessa unidade geradora de caixa para poder ratear esse. Ativos corporativos, tá, porque os ativos corporativos, primeiro, eles devem ser testados No No teste de impermeante. E eles também consomem recursos, né? Então, importante é a gente entender onde alocar esses ativos corporativos. Bom, eu vou propor aqui uma atividade. É para essa atividade. Eu acho interessante que vocês façam uma pausa no vídeo. Então para de assistir o vídeo um pouquinho e anota numa folha de papel, num bloquinho. Aí anota o seguinte, se o auditor, o auditor é externa, fizesse uma pergunta sobre. Unidade geradoras de caixa. Você saberia responder isso para a empresa que você trabalha? Ou você não está trabalhando para uma empresa que você trabalhou ou para a empresa que você pretende trabalhar? Você consegue fazer essa definição? Explicar quais são as unidades geradoras de caixa e porquê as unidades geradoras de caixa foram definidas desta forma? Então, essa. É uma atividade que deve te ajudar na prática do seu trabalho. É. Ou numa entrevista de emprego tanto faz. Mas é uma pergunta bastante importante. Se alguém te fizer essa pergunta, ó, justifique a unidade geradora de caixa. Porque a unidade geradora de caixa é desta forma. Tá, por que que foi definida dessa forma e talvez pensar em alternativas, porque não foi definido de outra forma, né? Será que a gente já a empresa definiu a unidade? A unidade geradora de caixa de uma forma, porque a gente já tinha relatórios prontos, né? Com aquelas, é com boa parte das informações que aquela unidade geradora de caixa demandaria. É, pense alguma coisa desse tipo legal? E depois desta atividade, vamos fazer um exercício pouco mais rápido aqui, que é o seguinte, uma unidade geradora de caixa possui um valor contábil de 500000. Ao fazer o teste de imperment, chegamos em um valor com um valor recuperável maior do que 500000 para a unidade geradora de caixa. No entanto, existe nesta unidade um ativo com valor contábil de 100000, então um dos ativos da ugc. Tem valor contábil de 100000 e valor líquido de despesas de venda. O valor justo, né líquido de despesas de venda de 60000. Portanto, o valor justo líquido de despesas de venda é menor do que o valor contábil deste ativo individual. Pergunta é, o que fazer nesta situação? Devemos reconhecer uma baixa por impermeante neste ativo ou não? Se você respondeu não, você está certo, nenhuma perda deve ser reconhecida a. Neste ativo. Por quê? Porque ele deve ser testado na unidade geradora de caixa, né? E aí o valor de uso valor em uso dessa unidade geradora de caixa, se ele for maior, como está dizendo aqui, do que o valor contábil, ele está justificando o valor contábil do ativo. OK.