No nosso material que vocês estão acompanhando via slide, tem 2 perguntas teóricas antes da gente partir para a parte prática, uma delas está perguntando o porquê que o evento juros ele está entrando lá na DFC com um valor positivo. Lembra das nossas explicações? A gente vai falar novamente dessa situação aqui, mas dentre as opções, são 5 opções. Qual que seria a correta, na visão de vocês?
Vamos ver. 11 porque estão contribuindo para aumentar o ativo da companhia. Será?
Por que na dfc? Pelo método indireto, os itens que afetaram o lucro e o caixa do período são excluídos.
Hum, e a letra c, porque juros fazem parte do resultado financeiro e não do resultado contábil.
A letra d, porque reduziram o resultado sim, afetar o caixa logo, para excluir seus efeitos, precisamos somálas. Por fim a letra e porque se trata da reversão de juros acumulados em períodos anteriores, vamos ver que a gente estava comentando os capítulos anteriores. No método indireto ADFC, ela sempre vai começar com o resultado do período.
Que aqui a gente está considerando lucro para facilitar.
E esse resultado a gente vai ajustar e a gente ajusta com aqueles itens, aqueles eventos que não afetam o caixa, eles não trazem nenhum afeto de redução ou de aumento, simplesmente não trazem nenhum.
Impacto no caixa por isso que a gente vai adicionar ou a gente vai excluir. Quando que a gente adiciona, a gente adiciona quando lá na DRE, esse evento entrou, diminuindo o resultado e a gente vai adicionar quando na DRE esse resultado aumentou o meu resultado, o meu lucro. Então, por exemplo, no caso de.
Despesas de juros a gente vai aumentar.
Por quê? Porque a despesa de juro lá na DRE, Ela Foi um item que reduziu o meu resultado.
Então aqui na DFCA gente, vai adicionar. Por isso que a resposta correta é a letra d muito bem. A letra d diz o seguinte, porque reduzir o resultado sem afetar o caixa? Logo, para excluir os seus efeitos, precisamos somálas. Ou seja, a despesa de juros lá Na Na DRE, ela reduzia o resultado e, portanto, aqui na DFCA gente vai aumentar.
Para poder excluir os seus efeitos. Tudo bem, vamos para a próxima.
A próxima diz o seguinte, por que depreciações e amortizações têm um valor positivo dos fluxos de caixa das atividades operacionais? Dentre as opções, qual que vai ser a correta?
Dá uma pausa, porque aí você consegue dar uma olhada nas opções para ver a resposta mais adequada. Tá bom? Então vamos lá.
Quem marcou correto a letra, a parabéns é exatamente o mesmo efeito que a gente tem. Quando nós estávamos falando da despesa de juros, ou seja, depreciação, amortização, por não ter nenhum impacto também lá na DFC, ela teve uma saída, uma diminuição do resultado lá na DREE aí também para a gente excluir o efeito. A gente vai estar somando aqui a depreciação.
Ou amortização?
Aí alguém pode ta perguntando assim, Ah, mas a gente vai sempre estar somando? Para excluir o efeito? Não, a gente também pode estar diminuindo, como no caso. Se nós tivéssemos a situação de receita de juros, a receita de juros lá no meu resultado ela estaria aumentando Oo resultado e, portanto, na ADFC método indireto, que é o caso que a gente está vendo aqui, entraria excluindo? Não tem aqui, mas se for o caso.
Nós teríamos, por exemplo, uma receita de juros.
Que a gente excluiria aqui, ela entraria com o valor negativo para a gente excluir aqui o efeito na DFCOK vamos lá dando continuidade. Bom, então aí no nosso material a gente vai acompanhar agora.
Uma análise muito simples antes da gente partir para um caso prático que a gente vai ter na próxima sessão, onde a gente consegue elaborar uma DFC métodos direto.
E uma outra deve ser pelo método indireto de uma mesma empresa, com eventos bem simples que estão lá no Balanço patrimonial e a gente vai ver que o resultado vai ser o mesmo, tá lá no nosso slide. Então a gente tem um Balanço patrimonial com 2 exercícios x zero, EX um e a gente observa que no período a gente tem no grupo caixa equivalente de caixa para x zero 100000.
E para x, um 120000. O que que aconteceu aqui nesse período DeX zero para x? Um que que aconteceu com AO fluxo de caixa da empresa, houve um aumento no fluxo de caixa, né? Ou seja, DeX zero.
Para x um. A empresa saiu de 100000.
E foi para 120000.
Ou seja, houve um aumento, um aumento, por isso que está com sinal positivo, né? Ou poderia colocar assim, setinha para cima. Um aumento de 20000.
No seu fluxo de caixa e aí a gente vai elaborar ADFC tanto pelo método direto quanto pelo método indireto, pra que a gente consiga avaliar a capacidade que a empresa teve.
Para ter esse aumento no fluxo de caixa, no valor de 20000. Ou seja, quais foram os itens relevantes dentro das suas atividades operacionais, investimentos e financiamentos que colaboraram para que elas é chegasse nesse aumento de 20000 entre o período DeX zero EX um OK, então vamos lá.
A gente já tem aí no nosso material, tá? As informações.
Que referem-se aos eventos de pagamento e de recebimento. Isso é importante pra gente elaborar o fluxo de caixa pelo método direto, tá antes da gente chegar lá, vamos continuar olhando o nosso material que lá também tem ADREE, na DRE da do período, no caso x um, né? A empresa, ela apresentou.
Um resultado de 30000 BRL.
Por que que isso é importante? Porque a gente vai utilizar ADRE para elaborarmos ADFC do método indireto. Tá, então tudo que a gente precisa para elaborar os 2 métodos. A gente tem aqui no nosso material, tá?
Então, o que que a gente está vendo que para elaborar o método direto?
A gente inicia com as atividades operacionais. Eu estou colocando aqui FCO, mas na tela a gente está vindo direto atividades operacionais, tá? Não tem nenhum problema e aí a gente obteve a informação com a tesouraria, já tá no?
Material que a empresa ela teve de recebimento, então ela é recebeu dos seus clientes, não é? Valores da ordem de um 450, então um 450000.
Ela teve esse valor de recebimento, né? Então, clientes realizaram ali pagamento naquele período. Por outro lado, a empresa, ela realizou pagamentos, né? Seja a fornecedores, salários a pagar, enfim, pagamentos relacionados com a operação, no valor de 1000470. Então é que ela teve recebimentos.
Caiu no material, né?
Recebimentos e a que ela teve de pagamentos, um 470.
Então ela teve de resultado do fluxo de caixa operacional.
Um valor negativo.
De 20000 BRL tá 20000 BRL.
Muito bem.
Que que a gente vai verificar?
A gente vai verificar o seguinte, que a empresa no fluxo de caixa operacional ela teve.
Mais pagamentos do que recebimentos, não é? Justamente por conta aqui dessa diferença? Ou seja, o fluxo de caixa operacional da empresa, ele foi negativo. Ela pagou muito mais do que ela recebeu.
OK, agora vamos continuar com o fluxo de caixa de investimento.
Fluxo de caixa de investimento.
O fluxo de caixa de investimento, se a gente olhar lá no Balanço, a empresa, ela não tem nada, não é? Então, voltando lá no Balanço, a gente verifica que não tem nenhum evento, nenhum item relacionado a investimento, então não tem, por exemplo, imobilizado intangível, aplicação de longo prazo. Não tem nada, então o fluxo de caixa de investimento é zero.
E o fluxo de caixa de financiamento, o que que a empresa realizou nesse período? Quando a gente olha lá no Balanço patrimonial, a gente vai observar que a empresa, ela tinha um capital de 200000 e ela passou a ter um capital de 240000. BRL, né? Ou seja, ela teve um aumento de capital no valor de quanto no valor de 40000 BRL.
Aumentou o capital da empresa, não é? Então passou para 40000. BRL. Então quando a gente chega?
Ao resultado de −20000 e +40000. A gente vai chegar no aumento, que foi o caso aqui, não é? Ficou positivo. 20000 BRL aumento.
Do fluxo de caixa?
E agora a gente vai para análise da da FC, que é isso que o investidor ele realiza. Então ele vai entender.
O que que aconteceu para que a empresa chegasse nesse resultado? Um aumento de 20000 em seus fluxos de caixa. E aí, como a gente é, está verificando uma DFC simples, pequena, fica fácil de a gente identificar que esse aumento ele é, principalmente em decorrência.
Do fluxo de caixa de financiamento, ou seja, a empresa, ela gerou um fluxo de caixa positivo porque houve, nesse período DeX zero para x 11, aumento do fluxo de caixa de financiamento em decorrência do aumento de capital. Tá? Então por isso que a gente chega aqui no fluxo de caixa de 20000 BRL. E aí perceba que o fluxo de caixa direto a gente construiu baseando nas informações de pagamento e recebimento.
As atividades operacionais, partimos para variações.
Do fluxo de caixa, investimento que não teve nada e depois para o fluxo de caixa de financiamento que a gente teve um evento e por fim a gente tem aqui o resultado de 20000, que representa o mesmo resultado da variação de caixa equivalente de caixa que está lá no Balanço, ou seja, aqui a gente verifica que a gente encontrou os 20000, que representam a variação de 100 para 120000 DeX zero para x um.
OK?
Na próxima sessão, a gente vai verificar o fluxo de caixa pelo método indireto.