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Método Direto e Indireto

Transcrição

Bom, então agora a gente vai falar um pouco sobre os métodos de apresentação da DFC. Nós temos 2 métodos, o fluxo de caixa direto e o fluxo de caixa indireto. Qual é a principal diferença entre o fluxo de caixa direto e o fluxo de caixa indireto? É bem simples o fluxo de caixa direto. Ele é iniciado sempre pela atividade operacional. Tá? Então a gente vai precisar do apoio lá do time, da tesouraria. Por quê? Porque o time da tesouraria ele tem com mais facilidade todos os pagamentos e todos os recebimentos durante aquele período. E essa informação, ela é precisa pra gente compor. O primeiro item da DFC pelo método direto, que é o fluxo de caixa operacional, tá, então, só para ilustrar, eu vou colocar aqui na lousa e isso está na apostila que a gente fez. Para vocês, tá? Então o fluxo de caixa direto ele inicia com atividade, fluxo de caixa operacional. Tá? A gente consegue ter todas as informações referentes aos pagamentos e aos recebimentos das atividades operacionais da empresa daquele período. Na sequência, as variações do fluxo de caixa de investimento e, por fim, o fluxo de caixa de financiamento, ou seja, todas as variações do fluxo de caixa de financiamento. Porém, o que que é importante antes de elaborarmos ADFC para posteriormente analisarmos a dfc é agente identificar a composição do caixa e equivalente de caixa lá no Balanço patrimonial. E aí? Imagina que a gente tem aqui um Balanço patrimonial, lembra que a gente lá no capítulo anterior utilizou a figura do professor Flávio? A gente fez uma associação da composição do Balanço patrimonial com as atividades, fluxo de caixa operacional, investimento e financiamento. Pois é. Então imagina que a gente está lá com o Balanço patrimonial, BP tá, e aí a gente tem aqui no ativo, a gente tem a informação do caixa. E do equivalente de caixa? Tá bom? O que que a gente vai precisar identificar? A gente vai precisar identificar a variação, a composição do caixa e do equivalente de caixa, né? Ou seja, dos fluxos de caixa dentro de um determinado período. Tá, que é o principal objetivo da DFCE aí, o que que a gente vai precisar identificar fazendo de conta que aqui a gente está vendo só OA parte do do ativo, né? No Balanço patrimonial, a gente vai ter 2 períodos, né? X2X 1 normalmente no Balanço patrimonial a gente sempre apresenta o período atual, né? O período que nós estamos no exercício ou exercício que finalizou e o exercício anterior no nosso material para fins didático, a gente está apresentando de maneira inversa, ou seja, x um depois x 2, só para facilitar o entendimento, tá, porque quando a gente explica, a gente fala essa comparação, x um para x 2, tá? Mas normalmente, no Balanço patrimonial a gente vê primeiro o exercício atual e depois o exercício anterior tá, e aí, no grupo aqui do fluxo de caixa, a gente tem, por exemplo, 1000 BRL. E no período anterior a gente tem, por exemplo, 300 BRL. O que que a gente está identificando aqui? No primeiro momento, o que houve? Uma variação nos fluxos de caixa da empresa, de quanto a conta rápida aqui de 700 BRL. Certo? Ou seja, quando a gente analisa x um EX 2, para este exemplo aqui houve um aumento do fluxo de caixa. Poderia ter tido também uma redução? Tá? Porque é exatamente esse o propósito da DFCA gente, vai apresentar toda a variação detalhada dos fluxos de caixa da empresa e se aumentaram ou se diminuíram. Então nesse caso aqui a gente percebe que houve um aumento no fluxo de caixa. EADFC, ela vai justamente apresentar de forma detalhada essa composição aqui, ó. É isso que a gente vai observar lá na dfc, tá? E essa análise a gente consegue identificar por meio da ADFC, método direto ou da DFC método indireto. Tá, e o método direto? Como a gente informou há pouco, vai começar sempre por meio dos pagamentos e recebimentos do fluxo de caixa operacional, tá? Depois a gente tem o fluxo de caixa indireto, o fluxo de caixa indireto. Ele é o mais utilizado aqui no Brasil, simplesmente porque ele inicia pelo lucro. OPA, faz de conta aqui que eu não falei sobre isso. Aqui, você pausa, tá, você elimina legal. Bom, então, sobre o fluxo de caixa indireto antes da gente falar um pouquinho de Como Ele É elaborado. Lembra quando a gente fez um pedido logo no início do curso para vocês acessarem o site da b 3 e fazer a pesquisa? E aí eu pedi pra pra caso alguém não tenha feito a análise fazer análise na sequência. Pois é. Certamente você identificou em todas as DF CS que você analisou uma semelhança, qual que é a semelhança? O fluxo de ADFC, né? A demonstração do fluxo de caixa dessas empresas. Ela é ADFC pelo método indireto e como que a gente sabe que ela é ADFC pelo método indireto, porque ela inicia. Colocar aqui na lousa. Ela inicia por 11. Informação que a gente vai encontrar lá na DRE. ADFC do método indireto. Ela é elaborada, ela é iniciada com a informação do resultado, ou seja, lucro ou prejuízo. Aqui a gente vai é considerar lucro, né? Lucro. Do período? Eu inicio com o lucro daquele período e faço ajustes. Quais são os ajustes que a gente considera pra ter um lucro ajustado? E, na sequência, a gente finalizar ADFC aí eu vou pedir pra você fazer mais uma pausa, dá uma olhada lá na DFC, pode ser apenas de uma empresa que você escolheu lá no site da AB 3 e aí eu vou pedir para você dar uma olhada quais são os itens que são ajustados aqui no lucro do período para a gente dar sequência nas atividades operacionais. Então, dá uma pausa e a gente se vê daqui a alguns segundos, está bom? Bom, então você deu a pausa e aí você verificou que tem informações relacionadas a ajustes, o que que a norma vai falar? A norma, ela vai dizer o seguinte, que ADFC pelo método indireto, ela inicia com o resultado daquele período. No caso, o lucro e aí esse lucro. Ele é ajustado com aqueles eventos que não afetam o caixa. Como assim não afetam o caixa? Imagina, por exemplo. Algo bem mais simples, AA depreciação ou amortização. Vocês estão lembrado da diferença de depreciação e de amortização, certo, depreciação para imobilizado e amortização para investimento legal. Então, esses eventos de apreciação ou amortização eles não afetam o caixa. Veja, por exemplo, que quando a gente registra o valor da depreciação ou da amortização, esse valor ele tem a contrapartida lá no resultado. Mas em nenhum momento, nem pela entrada ou pela saída, não tem como o caixa ser afetado. Um outro exemplo, variação cambial, tanto positivo quanto negativo. Então, se a empresa lá tem algum ativo ou algum passivo que esteja em uma outra moeda diferente da nossa, da moeda brasileira, que é o real. Ela vai ter que fazer. É AA atualização desse valor nas suas demonstrações. Então pode ser que tenha variação cambial positiva ou variação cambial negativa, concorda? Tanto a variação cambial, positiva ou negativa também não afeta o caixa pelo simples fato da gente ir lá e atualizar aquele valor. Por isso que a gente vem aqui no lucro e faz ajustes. E esses ajustes a gente vai somar ou a gente vai excluir. Então, por exemplo? A amortização ou depreciação que a gente estava falando há pouco. A gente tem lá no Balanço, a depreciação ou amortização, reduzindo o valor do ativo certo? E lá na DRE entra como uma despesa, ou seja, ele está diminuindo o meu lucro aqui na ADFC ele vai voltar aumentando o meu lucro, ou seja, é como se eu estivesse devolvendo o valor que eu reduzi lá na DRE. Então aqui eu vou aumentar o valor do lucro com. Aquilo que foi excluído da DRE. Como o caso da depreciação ou amortização. A mesma coisa da variação cambial. Tá? Então eu posso ter tido uma receita de variação cambial em que lá na minha DRE esse valor entrou aumentando? Então por isso que aqui eu vou excluir esse efeito, então eu vou excluir a receita? De variação cambial ou colocar VCVC variação cambial está bom e eu vou adicionar. A despesa de variação cambial, onde eu vou exatamente ter o mesmo efeito da depreciação, né? Ou seja, da despesa de depreciação em que eu excluí, lá na DRE, então aquilo que eu excluí, eu estou voltando por isso que eu estou somando aqui na minha DFC. Então, despesa de variação cambial aqui são alguns exemplos, está a gente tem outros exemplos também, como juros, por exemplo, né? De um financiamento, a gente está. Bem, faz esse ajuste. Aqui na DFC. E aí, depois que a gente tem o lucro ajustado, a gente parte para as variações das atividades operacionais, investimento e financiamento, ou seja, acompanhando o material que vocês têm. Aí a gente chega nesse resultado do lucro ajustado. Tá e na sequência a gente parte para as, para as variações do fluxo de caixa operacional, as variações do fluxo de caixa de investimento e as variações do fluxo de caixa de financiamento. Esse resultado? Que a gente vai ter aqui no final vai apresentar exatamente aquela variação que a gente teve no período, lá no Balanço patrimonial, ou seja, quando a gente estava elaborando aqui essa construção, eu fiz um exemplo, onde entre um período DeX um EX 2, a gente teve uma variação nos fluxos de caixa de 700 BRL. Certo? Então aqui nessa composição a gente encontraria. Exatamente esses 700 BRL, ou seja, um aumento. De 700 BRL tá apresentando justamente de uma forma ilustrativa. A gente vai ver no próximo capítulo com. A composição, tanto do fluxo de caixa no método direto quanto no método indireto, tá? E aí, para fechar esse capítulo, é importante a gente destacar que ADFC pelo método indireto, é ADFC mais utilizada, mais praticada no Brasil. Por isso que eu pedi. Vocês darem uma olhada lá no site da b 3. Vocês é identificaram que muito provavelmente todas as empresas que vocês analisaram publicaram ADFC por meio do método indireto, ou seja, o início vai estar lá. O lucro do período, os ajustes e, na sequência, as variações das atividades operacionais, investimento e financiamento. Porquê ADFC do método indireto, ela é a mais utilizada aqui no Brasil, por isso que você. Devem ter verificado essa semelhança nas empresas que vocês baixaram lá no site da b 3, essa estrutura pode verificar que é semelhante em todas elas inicia-se pelo lucro do período. Tem-se o ajuste, né? É daqueles eventos que não afetam o caixa e, na sequência, há variação das atividades operacionais, financiamento e investimento. E porque é que o método indireto do é o método mais utilizado? Porque ele faz com que o investidor verifique. A relação do lucro do resultado da empresa e a capacidade com a geração de caixa dentro daquele período. Além disso, ADFC também ADFC do método indireto. Ela é também mais simples, né? De ser elaborada. Então, por isso que ADFC do método indireto é a mais utilizada. No próximo capítulo a gente vai ver alguns casos práticos, tá bom? Nos vemos já já.