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Estruturação de gestão de riscos nas Instituições Financeiras

Transcrição

Agora vamos falar um pouco sobre a estrutura de gestão de risco nas instituições financeiras, com foco nos pilares nos tipos de risco e nos requisitos da resolução 4557. Quais são os pilares da gestão de risco? O primeiro é a identificação. Reconhecer os diferentes tipos de risco à que a instituição está exposta, crédito, mercado operacional e outros. Mensuração e avaliação destes riscos, quantificando a probabilidade e o impacto de cada risco, monitoramento e reporte. Acompanhamos continuamente os riscos e comunicamos os resultados aos responsáveis por decisão, controle e mitigação. Implementação de medidas para reduzir ou eliminar estes riscos. Os tipos de risco a instrução nos traz alguns tipos de risco, crédito relacionado a inadimplência dos devedores, mercado decorrente de flutuações nos preços de ativos, os juros associado à variação das taxas de juros, o risco operacional decorrente de falhas internas, sistemas. Ou pessoas da instituição. O risco de liquidez ele é relacionado à capacidade de honrar os compromissos financeiros que a instituição tem e os mais novos, que são os sociais relacionados a questões sociais como a desigualdade, a discriminação e questões trabalhistas, os ambientais relacionados a eventos climáticos e mudanças climáticas, e os climáticos relacionados ao risco e financeiros decorrentes das mudanças. Importante falar dos requisitos da resolução 4557 para o gerenciamento integrado de risco. É importante ter. Estrutura as lições devem ter uma estrutura organizada, dedicada à gestão de ritmos. É necessário estabelecer políticas claras e procedimentos detalhados. A implantação de sistemas de informação robustos para coleta e análise de dados é essencial. Também é importante pensar nos colaboradores, capacitação através do investimento em treinamentos e crie promover uma cultura de gestão de risco em toda a organização, afinal de contas, ela é integrada em todos. Também temos os testes de estresse. Que são a realização periódica de testes para avaliar a capacidade de resistir a às crises e riscos. Continuidade de negócios é o planejamento para garantir a operação em situações de crise. Os benefícios da gestão de riscos são a proteção da instituição através da redução da probabilidade de perdas financeiras, a melhora da reputação, demonstrando uma solidez e confiabilidade dos processos, tomada de decisões mais assertivas, permitindo avaliação dos riscos antes. Tomar as decisões e evitando o achismo e o crescimento sustentável, permitindo a exploração de novas oportunidades de forma segura. A gestão de risco tem os seus desafios, como por exemplo, a identificação de novos riscos. É preciso estar atento a novos riscos emergentes no dia a dia, a quantificação desses riscos. Alguns riscos são difíceis de mensurar, como os riscos climáticos e a adaptação a mudanças. A gestão de risco deve ser um processo contínuo, adaptando se às mudanças do mercado e. Da regulamentação.