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Cenários climáticos, custo-esforço e monitoramento contínuo

Transcrição

A instituição precisa mapear os riscos e oportunidades, principalmente os riscos que ela está exposta em relação ao clima, às mudanças climáticas, porque ela vai precisar, certamente e frequentemente, se adaptar, ser resiliente a essas mudanças. E com isso, ela vai precisar divulgar toda a sua abordagem em relação a cenários de mudanças. Um cenário em que ela esteja exposta a mais aquecimento, mais outros tipos de eventos climáticos. Então ela vai fazer essa divulgação considerando a abordagem quantitativa e qualitativa, ou seja, com dados numéricos, inclusive pensando em previsões, em estimativas, e isso ela vai divulgar sempre levando em consideração as informações na data do relatório que ela vai divulgar, considerando o custo-esforço. Então a norma não exige que a entidade tenha um grande custo, um grande esforço para fazer a divulgação das informações. Ela vai, sim, divulgar, mas sempre levando em consideração o custo e esforço pra poder divulgar as informações que sejam úteis para o usuário da informação. E um ponto também extremamente importante é que, dado que a instituição vai divulgar os seus riscos, ela vai mapear, fazer o monitoramento desses riscos, é extremamente importante que ela também faça o acompanhamento, ou seja, aqui a gente está falando do pilar de métricas. Métricas de desempenho, justamente, desse processo. Então as instituições precisam fazer todo um acompanhamento dos seus riscos e oportunidades, e aqui focando principalmente nos riscos, e acompanhar o progresso, fazer um monitoramento. Então a norma estabelece que a instituição, que as entidades tenham isso, mapeados e estejam monitorados e frequentemente mapeados, independentemente de ser uma exigência do IFRS 2, do CBPS 02, como também de alguma lei, de algum regulamento. Então a instituição precisa pensar no arcabouço regulatório que se refere a clima.