O pilar de governança no IFRS S1
estabelece que a instituição tem um órgão,
uma área, um comitê, uma
diretoria, um órgão equivalente, uma pessoa, um
responsável, um time que vá tratar, vá ser o
responsável desse tema de sustentabilidade dentro
da instituição. Isso aqui é extremamente importante,
porque a instituição vai precisar
ter essa responsabilidade, e aí tem que ter uma área, uma
pessoa.
Por exemplo, se o Banco Central, as instituições supervisionadas
pelo Banco Central, se o Banco Central precisar fazer uma
reunião, discutir algum tema relacionado à
norma de sustentabilidade, qual é a área que vai contatar, quem
é a pessoa que vai ser responsável?
Então a norma estabelece que a
instituição, dentro desse pilar governança, que governança é exatamente isso.
Como que faz ali, vou chamar de administração,
de um determinado tema, nesse caso aqui, de
sustentabilidade. Então a instituição precisa
fazer essa definição e isso precisa estar documentado.
A norma, inclusive, estabelece que a instituição tenha
ali mandato, política, tudo
isso
aplicado em relação a algum indivíduo ou ao grupo, ao
time, que vai ficar responsável
pela governança. E isso precisa
estar documentado, é extremamente importante, principalmente naquilo
que se refere às funções, ou seja, descrever qual que
vai ser a função ou as funções, papéis e
responsabilidades, na verdade, do comitê, da
diretoria, do indivíduo que vai ser responsável
pelo tema de governança. E um ponto também extremamente
importante é que é imprescindível
que essa área, os profissionais, tenham
habilidade e competência.
Porque vai discutir exatamente sobre temas
relacionados à
sustentabilidade. Então é extremamente importante que a
entidade, quando for estruturar o
comitê, a área, colocar o profissional
adequado para esse tema, pense justamente nessas
premissas
de habilidade e de competência para o tema
de sustentabilidade.