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Joint Venture

Transcrição

Neste vídeo, nós vamos falar sobre o conceito contábil de joint venture, eu digo conceito contábil, porque usualmente é bastante comum que quando umas 2 ou mais empresas tem um negócio conjunto, por exemplo, tenho aqui empresa a empresa. Empresa BE, essas empresas têm um negócio em conjunto. É bastante comum que as empresas chamem esse negócio conjunto de. Joy venture, mas não necessariamente na contabilidade a gente vai considerar que isso é uma joint venture, OK? Então na contabilidade a gente considera a relação de controle. Então vamos relembrar um pouquinho o que é controle? Controle. Uma entidade tem controle sobre sobre outra quando ela tem poder de decisão. Então, se A Entidade a tem poder para decidir sobre as políticas operacionais, as políticas de financiamento dessa entidade, políticas de remuneração, se A Entidade a tem poder para indicar ou destituir a maior parte dos diretores ou dos membros do conselho entidade a é a controladora. Qual que é o. O impacto contábil disso controladora é A Entidade que vai consolidar essa entidade investida legal. Então, nas demonstrações consolidadas da empresa, AA gente teria que somar os ativos e passivos dessa empresa investida, porque a empresa a é controladora, tá? Empresa b, se ela tem uma participação nesta empresa, neste negócio. Mas ela não controla. Via de regra, ela registra o interesse dela aqui nessa investida na linha de investimentos do ativo. Tá pelo método de equivalência patrimonial. Que a gente vai falar em um outro vídeo, tá? Mas em uma outra situação, vamos supor que a empresa a ela não tenha poder sozinha para decidir sobre políticas operacionais, políticas de investimento e financiamento da empresa. Ela não tenha poder sozinha para indicar, é ou destituir a maior parte dos diretores ou dos conselheiros dessa investida então empresa anão tem? Controle individualmente então, individualmente, a empresa anão pode tomar esses tipos de esse tipo de decisão. Porém, em conjunto com seu sócio empresa b. Ela tem esse poder, ela precisa do sócio b para é é tomar decisões de investimento, decisões de financiamento relevantes para essa investida. Para este negócio, ela indica, tem poder para indicar ou destituir diretores ou conselheiros, mas na mesma proporção do sócio b quer dizer, eles têm poderes equivalentes. A gente está falando de. Entidades com controle compartilhado. Então, no conceito contábil, uma joint venture é uma entidade que tem controle compartilhado. Ah, quer dizer então que cada uma dessas entidades tem 50% de participação? Na joint venture? Não necessariamente. Não necessariamente. Então a gente tem é alguns exemplos. Por exemplo, a empresa AEA, empresa b, elas podem ter cada uma delas tem 37%. De participação em uma joint venture e a gente tem aí um pool de investidores. Outros investidores vamos supor que essa empresa tem ações negociadas em bolsa, então tem vários investidores menores que têm o restante da participação. É nessas empresas, então, AEB tem 37% das ações com direito a voto nessa jovem venture tá a então. Quer dizer, eles não tem 50%, mas eles necessariamente precisam ter a mesma. O mesmo percentual de participação também não também. Também não vamos colocar um outro exemplo aqui. Bastante comum. No setor imobiliário tem uma empresa a. Que é uma construtora. E uma empresa b? Que é uma empresa é especializada em financiar. Empreendimentos imobiliários? E vamos supor que essa construtora é é junto com a empresa. Financiadora, elas montam uma SPE, uma sociedade de propósito específico e essa sociedade de propósito específico é A Entidade, a empresa que vai tocar o empreendimento. Vamos supor que a construtora tenha participação de 70% no capital da SPE e a financiadora tenha. 30% de participação. Por impulso, olhando essas participações aqui, seja enxerga, né? Fala, poxa. A construtora tem mais do que o dobro da participação da financiadora, então a construtora é quem controla. SSPE bom, essa seria uma análise bem rasa e bem rápida, né? A gente precisaria olhar o estatuto social, olhar o contrato dessa SPE para entender como que é essa relação de poder, né? Porque o controle não tem a ver com participação acionária. Embora a participação acionária, ela ela muitas vezes tenha. 1111 impacto, né? Ela tem um impacto no poder. A gente precisa olhar aqui esses contratos para entender. Vamos supor que a gente olhou para o contrato de Constituição dessa SPEE no contrato, diz o seguinte, qualquer decisão de investimento de financiamento, políticas de remuneração e indicação de diretores, tal tudo precisa ter aprovação de mais do que. 25% dos sócios. Ou colocar aqui? 25% não, né? Mais do que 75% dos sócios. Pra ter mais de 75% de aprovação dos sócios, eu preciso do sócio AE, do sócio b, eu preciso dos 2. Quer dizer, a empresa, a construtora, ela não consegue ela ter controle sozinha, ela não toma decisões sozinha. Ela precisa da anuência, ela precisa ter lá junto dela. Nessas decisões do sócio b então essa é uma situação de controle compartilhado, em que as participações dos sócios são bastante diferentes. Tá? Mas isso aqui é uma joint venture contabilmente. É uma Joy venture. O que que isso significa? Contabilmente, significa que nas demonstrações contábeis, tanto nas individuais como nas consolidadas. Tanto do sócio a quanto do sócio. BA gente vai é registrar o. Investimento na s na SPE, na linha de investimentos. Então tem lá a linha de investimentos. Tem investimentos em participações societárias. Tá, então isso vai acontecer tanto nas demonstrações individuais quanto nas consolidadas do sócio AE do sócio BA. Gente, vai registrar o investimento delas na s nessa SPE pelo método de? Equivalência patrimonial, por isso é a gente precisa observar que essas participações e o tamanho do direito dessas entidades. Nos resultados? Dessas empresas investidas, e. No próximo vídeo a gente vai falar um pouquinho sobre o método de equivalência patrimonial, como é que a gente aplica o método de equivalência patrimonial?