Quais são as boas práticas de uma boa Due Diligence?
Transcrição
E quais são as boas práticas versus as más práticas di do diligências? Se no primeiro capítulo falamos de como fazer, agora, nesse capítulo 2 vamos olhar para as boas práticas que tornam a do diligência não apenas eficaz.
Mas estratégica? Primeiro ponto, planejamento contínuo do diligence não deve ser encarada como um processo pontual, realizado apenas antes de um contrato ou fusão. Ela precisa ser.
Parte da cultura da empresa incorporada ao ciclo de gestão de riscos. Outra boa prática é a utilização de tecnologia. Hoje temos ferramentas de inteligência artificial, análise.
Preditiva e monitoramento em tempo real, que ampliam a capacidade humana. A tecnologia não substitui o olhar crítico do profissional, mas potencializa a sua atuação. Além disso, boas práticas envolvem transparência e comunicação interna. Os resultados da do dirigentes precisam chegar às áreas decisórias com clareza e objetividade.
Não adianta ter um relatório impecável se os gestores não conseguem compreender os riscos apontados e, por fim, uma prática essencial, ética e imparcialidade.
Uma do diligência não pode ser conduzida com vieses ou interesses ocultos, o compromisso maior é sempre com a integridade da instituição.
E com a proteção de seu stakeholders, em última análise, boas práticas de do diligens significam mais do que evitar.
Problemas elas constroem.
Confiança, fortalecem relacionamentos e tornam a organização mais resiliente frente às incertezas do mercado. Tá, Karen? Você falou das boas práticas?
E com relação às más práticas, eu queria saber se eu estou avaliando corretamente. Lá na nossa apostila eu trouxe um quadro, é comparando boas e más práticas.
Mas, resumindo, aqui nas práticas de do diligência, são, por exemplo, procedimentos isolados e apenas burocráticos.
Confiar em informações únicas ou não verificadas, análise superficial, sem contextualização, relatórios incompletos, sem rastreabilidade, deixa eu trazer um exemplo que eu vi, estávamos analisando.
Lá, o histórico de um cliente pessoa física estava tudo lindo e maravilhoso. A análise reputacional, OK, capacidade econômico, ok, tudo OK. Quando no background check dele, apontou um processo criminal de.
Sequestro apontando que ele era a parte ativa, mas não estava, não estava batendo o histórico dele. Ele era um executivo com formação sólida, experiência profissional sólida em grandes empresas.
Estava muito estranho apontá-lo como um sequestrador de uma pessoa. Ah, e detalhe, era um cliente importante para os negócios da instituição. Que área foi acionada nessa hora? Jurídico para opinar?
E aí a decisão foi, não vamos pedir esclarecimentos ao cliente sobre esse apontamento, não. Vamos primeiro ligar diretamente no cartório. Resultado, gente o registro das partes do processo judicial.
Foi cadastrado errado, a vítima do sequestro era o potencial cliente e o próprio cartório admitiu o erro material e corrigiu o caso.
Ponto positivo para a instituição, que não só não criou atrito com o cliente no momento do onboarding, como depois que ele virou cliente. A instituição contou para ele sobre esse apontamento sobre a correção. Ele ficou feliz da vida.
E agradecido pela correção, ele comentou que já havia sido parado na blitz e ter sido questionado sobre esse apontamento criminal, mas que nunca tinha tido tempo para consertar o caso. E ficou bom, nem preciso falar, né? Ficou muito agradecido de terem resolvido esse problema. Tudo isso para dizer o quê, gente? A análise, ela pode ser digital, como veremos No No no próximo módulo, mas não tira o olhar humano para casos relevantes.
E como podemos evitar engargalar processos com uma simples análise holística do assunto. E é isso que eu quero trazer para vocês.