Bem, outra coisa importante da gente saber é que os derivativos, eles normalmente são usados para fazer uma proteção. E em relação a um risco, normalmente de mercado. Ah, e esse risco de mercado é o quê? Professora b, esse risco tem a ver com aquilo que a gente costuma chamar de volatilidade, ou seja, a variação.
Do preço de uma taxa de um ativo objeto em relação ao qual a gente quer se proteger ou eventualmente especular?
Não dá pra gente fazer proteção de outros riscos? É sim, como eu tenho antes, que tem o derivativo de crédito, em que a gente se protege de variações em relação ao risco de crédito. Mas aqui no Brasil o nosso foco é derivativos. É proteção para o risco de mercado, as variações adversas do ativo objeto que então dará o embasamento para a gente decidir sobre qual derivativo há que volume.
Se compra ou se vende, é a partir do entendimento desse risco, dessa situação alvo da nossa negociação, que a gente decide sobre o derivativo. Então, essa história toda começa com uma pergunta chave, que é, qual é o risco? E se a gente identificar e mapear direitinho esse risco, provavelmente a gente usa o derivativo correto e o resultado dele também será.
Facilmente comprovado, e se a gente tiver fazendo para fins de rede, e se a nossa empresa, por exemplo?
Adota contabilidade de head Red accounting. Certamente não será difícil mostrar que, de fato, o derivativo está trazendo o resultado e cumprindo a sua missão de Red. Vamos entender então sobre como os derivativos podem ser usados? Existem 3 principais aplicações, vamos saber.
Empresas, fundos de investimento, bancos, corretoras e investidores podem usar derivativos para fins de rede e esse uso, aliás, muito comum entre empresas não financeiras.
Não só aqui no Brasil, mas ao redor de todo mundo. E o reddington? Vamos lembrar que é sinônimo de proteção quando a empresa usa um derivativo para se proteger de uma variação adversa, de uma situação que pode fazer com que a companhia tenha uma receita menor do que o previsto, uma despesa maior do que o previsto. Tanto operacional quanto financeira, podemos usar, por exemplo, os derivados.
Para nos proteger de uma alta do câmbio em relação à matéria prima importada ou uma alta do câmbio em relação a uma dívida em dólar ou uma alta da taxa de juros?
Em relação a uma taxa posixada ou mesmo a um indicador de inflação que nós tenhamos no nosso endividamento? Então, Red é uma das principais utilidades derivativo, mas não é a única. Além do Red, a gente também pode usar o derivativo para fazer algum tipo de aposta ou especulação.
E, gente, isso não necessariamente é de todo mal.
Aliás, o especulador tem um papel muito importante no mercado financeiro, que é dar liquidez ao mercado, porque é ele ou ela que quando todo mundo quer comprar, vende.
Ou contrário. Quando todo mundo quer vender, compra. E se não houver essa contraparte, não há negociação. Então esse especulador também tem claro um motivo, uma razão muito importante de ser.
E nesse caso é, muitas vezes os especuladores fazem o que a gente chama de uma aposta direcional, ou seja, fica comprado, fica vendido, né? Fica a postando num movimento de alta ou baixa de um ativo objeto. Por outras vezes não. Por outras vezes, montam estruturas mais elaboradas e as de regra, com opções em que apostam, por exemplo, em.
Volatilidade.
Quer dizer, enquanto eu tenho de risco de mercado em cada ativo objeto, então esses especuladores, eles podem de agir, agir de diversas maneiras. São umas mais simples, outras mais complexas. Mas tem sim a sua importância EEEA sua razão de existir no nosso mercado financeiro. Bem, a gente também pode usar derivativos para fazer arbitragem.
Arbitragem consiste em achar o mesmo artigo objeto sendo negociado em 2 mercados.
Diferentes por preços diferentes. E aí, claro, a ideia é que você compra onde está mais barato e vende onde está mais caro. Bem.
Com tanta tecnologia no mercado financeiro, esses espaços de arbitragem vem cada vez se escasseando mais.
Mas existem alguns robozinhos que ficam aí de olho nessas oportunidades e na visita em que elas surgem, claro, aproveitam esta pequena distorção de preço que tende a se fechar rapidamente. Mas ela existe. E só um ponto observar é que em commodities, muitas vezes ela acontece. Mas isso tem a ver com o que a gente chama de bases, que são as questões relativas aos.
Logística e a comercialização das commodities.
E a nós temos que observar que, por vezes, se somos aqui uma empresa que produz uma commodity no Brasil, a formação de preço da nossa commodity não será a mesma que acontece em Chicago, por exemplo. E essas diferenças, então, nós temos que contemplar na hora em que decidimos sobre que derivativos. Há o volume, o prazo.
E os detalhes deste derivativos que vamos negociar porque?
Precisamos levar em consideração então essas essas diferenças de base, essas diferenças de localidade em que as commodities são produzidas, comercializadas e aquela que referencia o contrato de derivativo.
No caso do café, esse exemplo aqui eu mencionei, a gente tem café negociado aqui na bolsa brasileira b 3 e tem uns café negociado em Nova Iorque. É o mesmo tipo de café arábica, né? Um dos possíveis a ser negociadas, porém, iria negociado numa unidade diferente, né? As unidades métricas também mudam de país para país, então temos que observar isso. É a gente.
A gente aqui no Brasil gosta muito de falar em saca, mas no mercado Internacional?
Se negociam o show, se negociam outras unidades métricas que não são, saca? E aí, para fazer essa comparação especial, alguma diferença de preço ou não? Você precisa antes ajustar a unidade, ajustar essa unidade métrica de negociação, ETVI por vezes a moeda para aí sim poder verificar se há ou não oportunidade de arbitragem.