0%

Exercício integrado de subtotais e MPMs

Transcrição

Vamos partir de um exercício prático aqui, eu quero que vocês gastem alguns minutinhos para montar esse exercício. ok? É um exercício bastante simples, mas ele faz a gente praticar e pensar um pouco mais nessa formulação dessa DRE, ok? e também de uma discussão em relação ao próprio, o que que seria o MPM, ok? Então, a gente está pedindo aqui para a gente calcular os subtotais, identificar o MPM e fazer a reconciliação. A gente está partindo aqui das informações da companhia Alfa, que é uma empresa industrial, ok? Produz algum produto e vende, ok? e possui as seguintes itens para compor sua DRE. Então, a gente tem números aqui da DRE já meio que prontos, né? Então, a ideia seria reconstruir essa DRE no formato da IFRS 18, onde a gente vai conseguir ter os subtotais obrigatórios, que é o lucro operacional, o lucro antes de financiamento e tributos do lucro líquido, né? E aí, a gente vai ter um lucro operacional ajustado e discutir e pensar se esse lucro operacional ajustado é uma MPM ou não e montar a reconciliação. Ok? Vou dar aí uns 10 minutinhos para vocês montarem. muito bem. Então, vamos para a resolução do exercício. Primeiro, a gente parte aqui da receita, ok? E dos custos das vendas. A gente cria aqui um lucro bruto, ok? Não é um subtotal obrigatório, mas a gente considerou essas informações. Como dos custos das vendas a gente não tinha informação da natureza, a gente construiu essa DRE com base na função. Ok? Porém, a norma exige que ao se divulgar a informação desses custos por função, a norma vai exigir também determinar na nossa explicativa a natureza e a formação dos custos que formam esse custo das vendas, ok? Pela natureza. Despesas operacionais, ok? lucro operacional! E IFRS, ok? Investimentos, atividades de investimento. Então, a gente tem aqui equivalência patrimonial de alguma obrigada, controlada, uma receita financeira de alguma aplicação financeira, ok? Uma vez que a aplicação financeira não faz parte da atividade operacional, a gente tratou dentro do resultado de investimento. Logo, temos aqui o lucro antes de financiamento e tributos. montando a reconciliação, a gente tem um lucro operacional de 190, ok? A gente tem uma despesa de reestruturação de 30, a gente tem uma despesa por impármite de 25, devolvidas ao lucro ajustado, ou seja, excluídas da demonstração, excluídas do lucro operacional que é o subtotal uma questão importante que se tem que ter aqui é o seguinte, por que essas despesas de reestruturação e impármite foram excluídas? São despesas de fato pontuais que não representam lucro operacional ajustado? Essa perda por impármite aconteceu pontualmente em função de alguma análise de impármite de alguma unidade geradora de caixa que tem de não acontecer nos anos anteriores? Houve isso nos anos anteriores ou não? Então, tudo isso precisa ser justificado e explicado porque a entidade entende que esse lucro operacional ajustado é uma informação mais útil para o usuário da informação contábil analisar e entender o desempenho da companhia. Então, fechando um pouquinho aqui esse módulo trouxe seis itens importantes. Primeiro, lucro operacional passa a ser uma referência comum para todas as empresas que vão precisar alocar receitas e despesas nas atividades operacionais se bato por sua natureza. Os subtotais vão ajudar a entender melhor a origem do desempenho da companhia por categoria, vamos dizer assim. Os MPMs vão precisar ser justificados, identificados e justificados. Vai precisar existir métricas ajustadas que exijam julgamento. Ou seja, essas métricas vão precisar ser ajustes feitos nos MPMs serão justificados e consequentemente vai existir uma necessidade de reconciliação do que de fato foi excluído ou incluído dentro daquele MPM para que exista obviamente uma conexão entre IFRS e gerencial. E obviamente a norma exige que haja uma consistência divulgada. Ok? Para que também exija uma qualidade de informação melhor. Ou seja, se eu trato aqueles itens como ajustes da minha MPM e eu tenho aquela MPM como indicador de desempenho ela deveria ser uma MPM divulgada com consistência. por fim a administração continua podendo comunicar sua visão sobre o desempenho mas essa visão precisa estar conectada com os números IFRS de forma clara mais transparente e mais útil para o usuário da informação contábil. Ou seja, vai gerar uma expectativa que haja uma maior credibilidade na informação contábil e uma redução da assimetria informacional para que o usuário consiga utilizar aquela informação como análise e obviamente vai permitir uma maior comparabilidade entre as empresas.