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Classificação - SPPJ - modelo de negócios

Transcrição

Para tratar da classificação de ativos financeiros. A gente tem 2 passos, tanto no IFRS9 quanto na resolução 4966. O primeiro passo a gente deve analisar as características de fluxo de caixa de um ativo financeiro. Então, ao analisar essas características de fluxo de caixa, a gente vai fazer uma pergunta, esse ativo financeiro, ele é remunerado só por pagamentos? De principal e juros. Então, esta é a primeira pergunta, e ela é uma pergunta binária, então a gente vai separar ativos que são só pagamento de principal juros e ativos, que tem outros tipos de pagamento, além de principal e juros, tá? Tem alguns que são bastante fáceis da gente falar, não, por exemplo. Aplicação em ações poxa, você aplica recurso em ações de uma outra empresa e você não tem garantia nem de receber. O principal de volta a mesma coisa ocorre quando se aplica em cotas de fundos. A maior parte dos fundos pode ter, é até algum tipo de perda que, mesmo que não tenha perda em um fundo fundo, ele é marcado a mercado. As cotas do fundo são marcadas a mercado, então não faz sentido a gente falar em principal juros, remuneração baseada aí em principal juros, tá? Isso também vale para derivativos? Tá? Então esses instrumentos financeiros aqui, que não são só pagamento de principal e juros, eles devem ser classificados em uma categoria chamada valor justo. No resultado eles. Em ser mensurados a valor justo e ter contrapartida na DRE muito bem. E quando a resposta for sim, eu fiz uma análise dos fluxos de caixa do ativo e eu é. É, percebi que eles são formados só por pagamento de principal e juros, então a resposta aqui é sim. Neste caso, a gente deve dar um passo adiante e perguntar sobre modelos de negócio, tá? Então a gente não define ainda a classificação. A categoria dos ativos financeiros. Quando a resposta é sim, a gente precisa analisar modelo de negócios e aí classificar em uma das 3 categorias. Bom, dentro dos modelos de negócio, vamos fazer a primeira pergunta aqui, que é modelo de negócios de uma. Instituição ou de um grupo de ativos de uma instituição, ele prevê ganhos só com o recebimento dos fluxos de caixa contratuais. Vou colocar 11 slidezinho na tela pra ilustrar isso que eu tô falando. Então, modelo de negócios prevê ganhos só com os fluxos de caixa contratuais. Se a resposta for sim, a gente vai classificar ele na categoria ao custo amortizado e ele vai ser mensurado por a cruel, pelo método do custo amortizado. De acordo com uma taxa efetiva de juros. Por que que faz sentido a gente nesse caso? Mensurar ao custo amortizado, e não ao valor justo, porque a gente tá falando de ativos que provavelmente vão seguir em carteira até o vencimento, tá? Não quer dizer que todos eles vão ficar na carteira até o vencimento, mas quando eu digo que a instituição ganha dinheiro? Principalmente com os fluxos de caixa contratuais do ativo, quer dizer que boa parte desses ativos, eles devem ser mantidos até o vencimento e uma parcela pequena pode ser vendida antes do vencimento em determinadas condições. Se não for algo frequente, se tiver alguma alguma motivação específica. Então vamos para a próxima pergunta, se o modelo de negócio da entidade não é para recebimento dos fluxos de caixa contratuais, A Entidade tem uma carteira de ativos e essa carteira de ativos predominantemente não gera retorno, com recebimento de fluxo de caixa contratuais. A gente faz uma segunda pergunta, que é modelo de negócios? Prevê ganhos só com a venda de ativos? Se a resposta for sim, a gente vai classificar isso na categoria valor. No resultado, porque se a instituição ganha dinheiro com a venda dos ativos, a faz sentido a gente controlar valor justo. Faz sentido a gente, reconhecendo o resultado de acordo com o sobe e desce do valor de mercado desses ativos. Então, dentro desse fluxograma, eu falei de 2 extremos, falei do ativos ao custo amortizado e ativos ao valor justo no resultado. A gente tem aí uma coluna do meio que é, se o modelo de negócios de uma carteira de ativos. Ele prevê ganhos tanto com a venda como com o recebimento dos fluxos de caixa do ativo. Neste caso, a instituição deve classificar os ativos na categoria valor justo por meio de outros resultados abrangentes. E aí esses ativos devem ser mensurados ao valor justo e a contrapartida das variações nesse valor justo deve ser o patrimônio líquido. Aquele grupo do patrimônio líquido chamado outros resultados abrangentes.