A reclassificação dos ativos financeiros pode causar efeitos contábeis imediatos? Então, supondo que um ativo financeiro esteja saindo de uma categoria AE indo para uma categoria b, eu vou sugerir que você faça um exercício usando esses números. São os números que a gente já usou em um outro exercício, né? Um ativo, que começou com um valor de reconhecimento inicial de 100. Ele tem juros apropriados até o momento de 5. Tem uma Marcação a mercado de 13 tem um componente de risco de crédito, aí uma peperic ou pdd, se você preferir de 4 e aí você somando esses números todos, você vê que esse ativo tem um valor contábil líquido de 124, né? Um valor contábil, já líquido da provisão, então você pode brincar.
Aqui com essas classificações e reclassificações, como tem vários componentes aqui, numéricos desse ativo, você pode. É é brincar aqui. Ah, se esse ativo tivesse, ao custo amortizado, por exemplo, ele não teria essa Marcação a mercado, né? Ele simplesmente seria um ativo de 100, com juros apropriados de 15, e teria essas perdas de crédito de 4, tá? Então seria 115 − 4. Ele teria um valor aí de 111 valor contábil bruto de 115 menos a provisão de 4, então ele teria um valor contábil de 111 se esse ativo for reclassificado da categoria custo amortizado para valor justo por meio do resultado, ele teria.
Que ser mensurado ao valor justo. Então a gente teria que incorporar esse MTM aqui.
Esta valorização de 13 que teria contrapartida no resultado. Então eu fiz essa simulação do exercício pra primeira troca, tá? Pra saber o que aconteceria em cada uma delas, qual que é Oo efeito contábil? Bastaria a gente olhar pro slide 46 o nosso slide 46 tá falando o efeito contábil em cada uma das trocas. Por exemplo, se fosse o contrário, de valor justo por meio do resultado para a categoria custo amortizado, nesse caso a gente não teria nenhum efeito contábil imediato. Teria só efeitos prospectivos, porque a gente assume que o valor justo que estava contabilizado ali no ativo, ele é o custo amortizado inicial.
Desse ativo e a partir daí, a gente passa a adotar os critérios da mensuração ao custo amortizado, né? Taxa efetiva de juros, apropriação de custos de transação. Se houvera ainda algum custo de transação nesse ativo, né? Como ele tá? O valor justo por meio do resultado não deve ter nenhum ativo, nenhum, nenhum custo de transação aqui é porque ele já deve ter ido pro pra DRE, tá? E aí, pra cada uma dessas categorias, o slide 46 tá falando que pode ter um efeito contabil imediato tá, ou um efeito contábil prospectivo, então este eu recomendo que você leia com atenção e que faça aquele exercício que eu propus no slide 45, usa os numerozinhos pra saber como é que fica o efeito contábil quando a gente sai de uma categoria AE chega em uma categoria b.