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Opção pelo VJORA e opção pelo VJR

Transcrição

Existem 2 situações que a classificação de ativos financeiros pode fugir daquele fluxograma que eu passei em outro vídeo. Bom, aquele fluxograma é um fluxograma básico, mas pode acontecer o seguinte, a gente fez aquela primeira pergunta, que é, os ativos são formados só por pagamento de principal e juros? Se a resposta for não, eu falei que o padrão é a gente classificar esses ativos como valor justo no resultado. Uma situação que a norma permite uma opção pelo vejo, hora que é a seguinte, fala, bom, você tem ativos que não são formado por por principal e juros, mas esses ativos são, por exemplo, ações. Tá a norma, fala título, títulos patrimoniais, instrumentos patrimoniais de forma geral. Eu estou nomeando aqui ações. Vamos supor que essas ações não serão negociadas no curto prazo, então ações vou colocar que seria a negociar no. Longo prazo. Ah, poxa, a gente vai manter essas ações em carteira e só vai vender essas ações no longo prazo? Então será que faz sentido eu afetar a minha DRE? Eu lançar esses ganhos e perdas na DRE agora, se isso só vai ser vendido, só vai ser negociado em um futuro mais distante. Bom, pensando nisso, a norma colocou essa opção e a empresa pode seguir um outro caminho neste caso aqui, que seria classificar. Os instrumentos, a valor justo por meio de outros resultados abrangentes, tá? Então, contrapartida seria no patrimônio líquido uma outra opção que foge do Bê-a-Bá, aí que foge do fluxograma normal. E isso está no slide 14 do nosso material. O exemplo anterior estava no slide 13. Esse aqui está no slide 14, então um outro exemplo é, eu perguntei esse a? É só pagamento de principal juros, é só pagamento de principal juros, tá? Resposta sim, e aí a gente foi falar de modelo de negócio? Modelo de negócio, aí tem um modelo de negócio que é a empresa ganha dinheiro só recebendo fluxos de caixa contratuais do ativo, então só recebendo fluxo de caixa do ativo. Naturalmente, isso seria classificado na categoria de custo amortizado. A gente tem dentro de modelos de negócio, um modelo em que a instituição ganha dinheiro tanto com a venda, então a venda e recebimento dos fluxos de caixa contratuais do ativo. Essa é uma categoria intermediária que a gente classifica. Aqui, como valores. Por outros resultados abrangentes nessas 2 situações aqui a norma fala o seguinte, no seu artigo. Sétimo, ela diz, a instituição pode fazer o fair vale o option, né? O em português, a opção pelo valor justo se esta classificação aqui que a norma gerou causar um descasamento contábil, a instituição pode não seguir o fluxograma, em vez de seguir o fluxograma. Ela classifica direto isso como valor justo no resultado. Tá? Então é uma opção que a empresa tem para fugir desse fluxograma e ela só pode usar essa opção se a contabilização aqui de outra forma, ela está gerando um descasamento contábil, descasamento contábil. É quando a gente tem um outro ativo ou passivo financeiro, um outro instrumento que é relacionado, né, que é parecido com esse nosso ativo e. Ele é mensurado por uma outra categoria, ele é mensurado. Ele tá classificado aqui como valor justo no resultado, né? Então pra gente botar todo mundo na mesma base de mensuração e com contrapartida na dre, né? No mesmo lugar, a gente muda a forma de mensuração a classificação desses caras aqui também.