Em relação à contabilização da provisão para perdas esperadas, a coisa não muda tanto em relação ao que a gente já tinha quando a gente vai contabilizar a provisão para perdas esperadas relacionadas ao risco de crédito de ativos financeiros. A gente tem ativos financeiros no ativo e esta provisão ela é uma conta redutora do ativo, então vamos chamar ela aqui de provisão para perdas esperadas relacionadas ao risco de crédito. Tá? Vamos chamar ela de peperic um, tá? Ela tem contrapartida na e.
No resultado do período, então, cada acréscimo que eu faço na provisão ela vai gerar uma despesa no valor negativo aqui na DRE. Se eu tivesse fazendo uma reversão de PDD, eu teria um valor positivo aqui na DRE, tá bom? Mas a gente também deve fazer provisão para perdas esperadas relacionadas ao risco de crédito de ativos que não estão contabilizados ainda, por exemplo.
Garantias concedidas, cartas de fiança, cartas de crédito e outras garantias financeiras concedidas além do limite de crédito que as instituições financeiras dão aos clientes. Aquele limite que não é cancelável ou que a instituição não consegue cancelar a tempo. Quando ela identifica um aumento no risco de crédito, né? Então, esses ativos não são ativos ainda, né? Porque a instituição não. Não desembolsou esse valor, mas ela já tem risco, tá? Então o risco ele vai ser refletido nesse caso, no passivo, então a gente vai ter uma provisão pra perdas esperadas relacionadas ao risco de crédito. Vou chamar de 2.
Aqui no passivo, e a contrapartida disso também vai ser no resultado do mesmo jeito, vai ter o reflexo aqui. Quando a gente tá aumentando essa provisão, vai ter um valor negativo no resultado. Uma despesa, quando a gente tiver diminuindo, revertendo esta provisão no passivo, a gente vai ter valor positivo no resultado.