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PD tendência central e elemento prospectivo

Transcrição

APD probabilidade de default é uma medida de tendência central que a gente calcula olhando para 11 massa de dados, né? 11 conjunto de operações que a gente divide. Números de operações ruins, número de operações ruins pelo total, soma de operações ruins com operações boas. Então isso é uma probabilidade, é uma medida de tendência central, né? A gente observa durante uma janela de tempo, várias operações, várias parcelas e a gente vai anotando aí pra cada operação que que foi bem, né? Que eu não tive um evento de default para cada uma delas. Eu vou anotando o número 0, então zero eventos de default cada vez. Que não teve eventos de default. Eu anoto o número 0. Tá? Então teve um montão de zeros. Ah, mas eu também tive alguns eventos de perda, teve algumas operações que entraram em atraso superior a 90 dias, teve algumas outras que eu tive outros tipos de evento de default, como um falecimento do devedor, tá? E aí, pra cada cada vez que eu tive evento de default, eu anoto um então é um montão de zeros e uns, então, operações ruins, quantas eu tenho aqui? 123. 3 operações ruins, operações boas, mais ruins o total, vamos contar aqui 12, 34, 56789-1011. 12, 13, 14, 15, 16, 17, 1819-2021. Total. Se eu não contei errado aqui esse Monte de zeros tá, me perdoem se eu contei errado, se faltou algum ou se eu contei algumas 2 vezes. Mas a ideia é essa a gente contar o número de operações que entraram em default número. De operações total, tá? Vou dividir 3 por 21 e calcular essa tendência central aí da da da PD. Então, minha probabilidade de default vai ser 3 ÷ 21 ou vamos simplificar aqui? 1/7, tá? Isso aqui vai dar alguma coisa em percentual, vamos dar uma olhadinha aqui Na Na calculadora, 1 ÷ 7 ou é? É 3 ÷ 21 dá 14.3%, tá? Então temos uma probabilidade de default de 14.3%. Tá importante a gente reforçar isso, que APD quando a gente calcula dessa forma, ela é uma, ela é uma medida aí. De tendência central, porque dependendo do momento que eu calculo essa PD, se eu peguei é. É na minha amostra um período mais próspero. É, pode ser que essa essa PD esteja muito otimista. Se eu peguei um período de recessão, ó, peguei aqui na minha amostra. O período é um período que já tinha crise e aí teve período de de COVID confinamento que gerou muito desemprego, depois tem. Guerra da Rússia contra a Ucrânia, que é é afetou ainda mais alguns setores, né? Então eu eu peguei na minha amostra um período recessivo. Pode ser que vamos ser otimistas, aí pode ser que eu olhando pro futuro, a partir desses eventos, eu imagine que que a gente vai ter crescimento da economia, que vai aumentar o índice de emprego, né? Eu estou otimista. Então eu tenho que considerar que que esta média do do passado, ela não vai permanecer em. Ela pode ser afetada assim, se eu estou sendo otimista, ela vai ser afetada para baixo, né? Ela vai reduzir a probabilidade de inadimplência no futuro. E se eu estou mais pessimista ainda, vamos dizer que tem a eleições presidenciais tal e eu estou. É, estou pessimista em relação ao futuro, então eu posso pensar que isso aqui vai aumentar ainda mais, tá? De qualquer forma, é importante a gente pensar no seguinte. A gente precisa fazer 11 ajuste aqui nessa PD que é APD histórica. Considerando um elemento prospectivo, tá? Então o meu modelo de perdas de crédito? Ele vai olhar para o passado, mas ele não pode ficar limitado ao passado. O meu modelo de perda de crédito, ele tem que olhar pra frente também, tá? Então tem uma ilustraçãozinha aí no slide 58. Eu posso pensar, por exemplo, em cenários, tá? Posso pensar em um cenário otimista, um cenário. Pessimista e um cenário realista só é é, é comum da gente fazer, né? Em em em projeções em em modelos, a gente pensar em 3 cenários, tá? Obviamente, você não precisa ficar preso a 3 cenários, né? A norma não não obriga isso, mas. É algo que é bastante usual no nosso slide 58. Tem lá um copo, o otimista, pensando, acho que sou um copo meio cheio ou moderado ou realista, pensando ali, acho que eu sou um copo meio vazio. E o terceiro pessimista falando olá, eu sou o dolinho, né? É 11 brincadeira aí com Oo, nosso herói nacional. Bom, o recado aqui desse vídeo é que nós precisamos. Incluir na modelagem da PD um elemento prospectivo.