Agora, entrando um pouquinho mais nos parâmetros de perdas esperadas, nós vamos falar sobre perdas esperadas, PDLGDEEAD, então esses parâmetros, eles normalmente são utilizados na abordagem completa da provisão. Tá e a gente formula que as perdas esperadas elas são formadas. Expectativas, né? Perdas esperadas são formadas pelo produto da probabilidade de default da lgd, ou ausghting default e da exposição ao risco.
De default, tá? Então vamos falar sobre esses parâmetros um pouquinho mais aqui. A gente tá falando das perdas esperadas, tá? A probabilidade de default é a probabilidade de acontecer um evento como uma inadimplência, então é a probabilidade, por exemplo, de um ativo.
Entrar em um atraso superior a 90 dias, essa probabilidade também ela pode ser, é não só relacionada a esse atraso, mas a outros eventos que a gente também considera como default. Tá? Então, a probabilidade de falecimento de um cliente ou de falência de uma empresa cliente ou de de entrada em recuperação judicial? Alguma outra situação desse tipo tá, é o que a gente considera como default. Então, a probabilidade de entrar em default é a probabilidade do ativo entrar em uma situação como essa, atraso ou alguns de al.
Desses outros eventos que eu mencionei bom, a gente falou, a gente fala, né? Aí no IRS 9 e nas normas do banco central que a modelargem completa, ela. É uma abordagem de 3 estágios, estágio um estágio 2, estágio 3, estágio um, é quando o ativo ele tem o risco de crédito igual ao momento do reconhecimento inicial ou menor, igual ou menor ao do reconhecimento inicial. Então, quando a gente entra aqui no estágio um.
O risco é um pouco menor, então a gente calcula a probabilidade de acontecer um default nos próximos 12 meses. Ah, quer dizer que eu vou calcular a minha PDD sobre os fluxos de caixa dos primeiros 12 meses? Só não não porque esses fluxos de caixa eles estão dentro de um outro parâmetro, que é a exposição a default. Aqui a gente está falando de probabilidade de default probabilidade de default. Quer dizer, é, vamos supor que eu tenha uma operação de crédito.
De 60 meses?
Ela tem uma operação de crédito de 60 meses, 5 anos, com a probabilidade de acontecer um evento de perda em qualquer momento desse da vida, dessa operação, vamos supor que essa probabilidade de default do.
Qualquer momento da vida que eu vou chamar de PD Lifetime tá um é, é probabilidade de acontecer um evento de perda em qualquer momento da vida. É APD liestime. Vamos supor que seja de 10%, poxa, mas uma parte desses defows acontecem aqui. No primeiro período, uma parte desses default acontecem no segundo período, uma parte aqui no terceiro período, outra parte no quarto, outra parte no último período, então esse 10% ele tá distribuído, né? São eu peguei uma massa de dados de várias operações da minha instituição pra calcular qual que é a probabilidade de acontecer um evento de perda. Aí eu calculei, fala, a probabilidade de acontecer um evento de perda é 10%, só que esse evento ele tá distribuído ao longo de 5 anos, a probabilidade de acontecer o evento de perda aqui.
Em 12 meses, obviamente é menor, tá? Ela é menor do que 10% se a probabilidade fosse igual é fosse linear, né? Ao longo desse prazo, eu teria uma PD de 12 meses aqui de 2%, né? Porque eu tô falando de 1/5 desse prazo, é que normalmente não é assim que acontece, se dependendo da operação ali você tem e da instituição você tem uma concentração dessa desses eventos de perda, mas no início mais no final dos fluxos de caixa tá aqui, eu tô, tô pensando de uma forma mais linear, mas pra operações que estão no estágio um a gente usa uma probabilidade de acontecer esse evento só nos primeiros 12 meses, se o risco de crédito aumenta risco de crédito aumentou em relação.
Ao reconhecimento inicial, então a gente cai.
2 e aí, a probabilidade de default deve ser a probabilidade de acontecer esse evento em qualquer momento da vida do ativo é APD Lifetime e se o ativo entra em problema de recuperação de crédito, ele virou uma ativo problemático a partir daqui. Não, não dá mais pra gente falar de probabilidade de default, porque já aconteceu o default. Quer dizer, a probabilidade é igual as AA 100%, probabilidade igual a um. Tá? Então, quando eu for calcular AA minha minhas perdas esperadas, eu vou considerar que aqui.
A probabilidade é igual a um no terceiro estágio, tá? O segundo parâmetro a Los given default. Eu vou calcular de que forma eu vou olhar pra exposição da da empresa e vou fazer uma somatória daqui.
E a gente recupera, né? Todos os os fluxos de caixa de entrada tá subtraídos dos custos?
De recuperação, tá? Então aqui, ó, estou calculando a nossa Los de vendeful, fazendo a exposição menos a soma dos fluxos de entrada, né? Do do, do dos ativos recuperados, menos custo de recuperação e vou dividir isso aqui por exposição, ao default, ao risco de default legal, último parâmetro que nós temos é o EAD exposição a default exposição a default é, a gente mencionou isso em outro vídeo, né? É basicamente, a gente está pegando AAA, soma do valor contábil bruto dos ativos financeiros, estamos somando aqui com a.
OOOO valor presente de contratos de arrendamento, né? Os contratos de arrendamento mercantil operacional estão fora do do Balanço. O valor presente de garantias concedidas e de limites e de créditos a liberar. Tá, então, a exposição a default? Ela compreende essa coisa toda, não é só ativo financeiro.