Em relação à contabilização de derivativos, se a gente pegar aquele primeiro fluxograma de classificação de ativos financeiros, a gente vai ver que tem uma perguntinha ali falando, é, os fluxos contratuais, fluxos de caixa contratuais desse ativo financeiro? Eles são formados só por pagamentos de principal e juros, né? OSPPJ? Se eles não são só pagamento de principal e juros, esse fluxograma leva a gente pra categoria.
VJR valor justo no resultado e do lado dos passivos, do lado dos passivos. A norma fala que passivos são contabilizados ao custo amortizado e coloca algumas exceções. Uma dessas exceções são os derivativos. Derivativos são mensurados ao valor justo por meio do resultado, então, via de regra, um derivativo é mensurado ao valor justo e a contrapartida dessas variações no.
Justo, vai na DRE, tá? Então isso é regra geral. Fora dessa regra geral, a gente vai ter que falar sobre head account tá que é um critério contábil opcional, então regra geral para derivativo. Ele é mensurado ao valor justo e tem contrapartida no resultado. Fora isso, existe um conjunto de regras que é opcional, que é a contabilidade de Red pra complementar aqui esse pequeno capítulo sobre derivativos fala de algumas características a mim.
Ação inicial de um derivativo, ela é ao valor justo, né? Você vai contabilizar um ativo inicialmente ao valor justo. Esse valor justo inicial normalmente é zero e custos de transação, custos de transação que acontecerem aí pra gente obter esse derivativo. Eles devem ser contabilizados diretamente na DRE, tá? Mensuração subsequente como ele está na categoria VJRA mensuração subsequente vai ser valor justo com contrapartida no resultado.