Gerenciamento de riscos corporativos ou, em inglês, Enterprise risky management.
IRM.
O que significa o gerenciamento de riscos? Então? É muito do que a gente vem falando é. Então é importante ver que AA gestão de riscos, o gerenciamento de riscos, ele é um processo.
Amplo que envolve a organização, como nós vimos, ele não envolve somente as áreas de risco, as áreas de controles internos, pelo contrário, os responsáveis aqui.
Em primeira mão é a primeira linha de negócios, são as áreas de negócio, o risco em si, o risco inerente, ele está lá no processo, na atividade que é executada pela linha de negócio, então eles são os primeiros responsáveis. AA área de negócio participa desse processo e a gestão de risco, ela então deve ser um processo.
Estruturado.
É, ele precisa ter muito bem definido. É as suas atuações, como ele funciona? Ele precisa ser consistente. É OA mesma visão.
Em toda a empresa, em todas as áreas, a mesma preocupação em fazer a gestão de risco, em ter os devidos controles, precisa ser contínuo também, aí não adianta.
Um em um período do mês, fazer um trabalho bem robusto para identificar os riscos, os controles. E depois, nos meses seguintes, não ter mais essa preocupação. Processo é contínuo. Ele é diário.
E tem que acontecer assim, dentro da organização.
Ele vai percorrer toda a organização, todas as áreas, claro que tem áreas mais arriscadas que outras e o objetivo é identificar.
Avaliar e decidir as respostas aos riscos então vamos minuciar um pouco esse conceito, identificar os riscos, os controles, avaliar esses riscos.
Decidir as respostas não é que que eu vou fazer com aquele risco, como nós vimos, é um risco pequeno. Eu vou aceitar. É um risco maior. Eu preciso mitigar de alguma forma.
E reportar as oportunidades e ameaçam e ameaças que afetam o cumprimento dos objetivos da organização.
Ameaças é a materialização dos riscos, né? Como a gente já viu e oportunidades são situações onde o risco ele até é interessante para o negócio. Ele gera uma oportunidade de ter mais ganhos, de ter maior rendimento, desde que esse risco seja bem gerido.
Bem administrado, não é? Nós temos o famoso trade-off de risco e retorno que nós estudamos em finanças. E ele quer dizer o quê? Quando é uma decisão, né? Esse trade-off é uma decisão quanto maior o risco.
Maior tende a ser o retorno, mas também a chance de eu perder e ter grandes perdas. Vai ser maior, claro, se eu estou assumindo mais risco.
Não é? Então, tem muitas situações que a gestão de riscos, uma boa gestão de riscos, vai trazer oportunidades.
De quem que é a responsabilidade pelo gerenciamento dos riscos corporativos? Então, a primeira instância é o conselho, é o board da empresa ter uma responsabilidade global.
Não é de toda a empresa, de de toda global, porque toda a consequência das atividades da empresa é essa responsabilidade. É do conselho, inclusive com questões que afeta os clientes, seus fornecedores, a comunidade, né? Então, todos os stakeholders. Então, o conselho tem a responsabilidade em assegurar que os riscos são gerenciados na prática.
Ele delega essa administração, as áreas de controle, né? Então aqui a ótica é o conselho de administração, né? Tem.
Os seus executivos de negócio para gerar resultado para a empresa e tem os responsáveis pelas áreas de negócio, pelas áreas de controle para gerir os riscos de negócios.
Claro, em conjunto com os executivos de negócio, né? A ideia é que a área de controle tenha ali a visão do que deve ser gerido, do que deve ser controlado. E aí é muito da governança corporativa que nós vimos. Quem são essas áreas?
Área de riscos, área de controles internos, compliance, auditoria interna, essas áreas são os goleiros, né? Que ali estão visualizando o que precisa ser devidamente controlado. E, claro, sempre conversando com os executivos de negócio, né? Para mostrar os riscos mais relevantes, aqueles que precisam ser geridos, tá? Então, a responsabilidade, em primeira instância é do board, é do conselho da empresa.
Pois é.
Quais os benefícios do gerenciamento dos ciscos corporativos? Primeiro, maior probabilidade de alcançar os objetivos. Todas organizações tem seus objetivos. Qual que é o principal objetivo? Gerar rentabilidade, gerar retorno para os acionistas. Se tem um risco que não é gerido, esse risco pode gerar uma perda financeira. Essa perda financeira lá da demonstração de resultado, né? É uma perda, né, entra ali reduzindo o resultado.
Com menos resultado, menos rentabilidade. É isso que eu não quero. Então, pra alcançar os objetivos eu tenho que ter uma gestão de riscos eficaz.
Reporte consolidado de diferentes riscos no nível do conselho, o conselho vai receber periodicamente uma visão dos maiores riscos. Quais os maiores riscos da companhia? Se eles estão sendo bem geridos, se estão sendo bem monitorados, se estão dentro do apetite de risco que foi definido. É então importante que os diversos riscos, risco de crédito, risco de mercado, risco operacional, risco de liquidez.
Riscos é de continuidade de negócio, riscos tecnológicos, todos esses sejam bem avaliados.
Dados e que essa informação seja reportada no conselho de administração. Compreensão melhorada dos principais riscos e suas maiores implicações é quais as implicações dos principais riscos? Quais as consequências que ele pode gerar? Se eu tenho uma gestão desses riscos? É, eu tenho pelo menos uma previsão é do que pode acontecer se esses riscos se materializarem.
Identificação e compartilhamento dos riscos que percorrem os negócios. Todo negócio deve conhecer o seu risco, qual o risco inerente, quais os maiores, o que pode afetar o objetivo daquele negócio e esses riscos, em alguns casos, eles são compartilhados com algumas áreas. A gente fala muito que existem esteiras, né? O risco ele começa numa área e termina em outra. Então, se o se a primeira área não gerir bem o seu risco, pode afetar a segunda área.
Maior foco da administração em questões que realmente são importantes, porque se os gestores.
Fazem uma boa gestão dos seus. Cisco se mitiga os seus ciscos, eles têm menos preocupações com eles porque eles estão mitigados. E aí ele pode direcionar sua energia, né? O esforço ali da sua área, da sua atividade, para aquilo que é importante, que é gerar negócio, gerar rentabilidade para a empresa.
Menos surpresas ou crises, claro, né? O que que o acionista não quer? Como a gente viu lá No No no tópico sobre governança corporativa, né? O acionista não quer surpresas. Ele quer investir num determinado negócio e receber o seu retorno no final do exercício. Não quer ter.
Situações onde ocorreram perdas inesperadas em função de um risco que não estava gerido. Ou mesmo situações de crises, né? Para evitar surpresas e crises, os riscos devem ter estar bem ingeridos.
Maior foco interno para se fazer as coisas certas da forma certa, a boa gestão, tendo políticas, tendo manuais de procedimentos, as áreas sabem o que devem fazer, sabem a maneira certa correta de executar uma atividade sem assumir muito o risco e aí, consequentemente, vai ser mais eficiente.
Essas atividades que são executadas pelo negócio.
Aumento da probabilidade de iniciativas de mudanças terem sucesso a gente vai ver mais pra frente que grandes mudanças nas organizações, né? Acarretam diversos riscos inerentes, diversas situações que podem prejudicar e trazer perdas pro negócio. Por exemplo, a troca do principal sistema da organização, todos os processos estão plugados nesse sistema. E aí quando tem essa troca?
Se os processos, se tudo isso, essa implantação não for bem homologada.
Né que que? A homologação é uma checagem, é uma conferência das funcionalidades do sistema pelas pessoas responsáveis pelos usuários do sistema, né? Pode acarretar diversos tipos de problema.
Então, para ter sucesso é o Cisco, ele precisa ser geridos, inclusive durante a elaboração de um processo relevante como esse.
Capacidade de assumir maiores riscos para maiores recompensas é elétrico do risco e retorno, né? Se a empresa quer maior resultado, maiores recompensas, ele vai poder. Ela vai poder assumir maiores riscos se esses riscos forem bem geridos.
E um processo de aceitação de riscos e tomada de decisão melhor, porque se existe um apetite de risco, o risco está dentro do apetite, está sendo monitorado periodicamente.
É mais fácil tomar as melhores decisões em função disso.
Tá, então fica nítida aqui, né? Os diversos ganhos que a gerenciar o gerenciamento de riscos, né? Feito de uma forma devida e correta é traz diversas melhorias para a companhia.
E aqui não é. Nós temos 11 visão onde mostra a atuação da companhia, né? Então a gente começa aqui com os objetivos da organização, né? O objetivo primordial é gerar resultado pros acionistas e aí vão ter diversos. Cada área tem o seu objetivo específico, cada área de negócio. Então esses objetivos são definidos pelo conselho de administração.
Né, onde definem as estratégias, né? Onde a empresa quer chegar, né? Qual o nível de resultado, o que quer naquele exercício, por exemplo?
Quem vai buscar esses objetivos são as áreas de negócio, é as áreas que efetivamente aqui atuam. Não é com a venda do serviço, a venda do produto, é a industrialização de um de um produto, por exemplo.
Essas são as áreas de negócios sempre buscando os objetivos. E aí a gente tem as áreas de controle atuando em conjunto, né? Por isso que a gente fala que existe uma integração entre as áreas.
É as áreas de controles internos, é uma camada muito próxima da área de negócio, onde está ali revisando os seus processos, identificando situações de melhoria, controlando aquilo que precisa controlar.
Paralelo a isso, a gente tem a função de compliance, avaliando como a gente viu.
Quais são as normas internas e externas que a área de negócio precisa estar aderente para chegar nos seus objetivos, né? Não adianta a área de negócio atingir seus objetivos, uma alta lucratividade e não estar aderente com as normas internas e externas. E por último, atuando em conjunto. Também pode parecer que não para muitas pessoas, mas auditoria interna, apesar de ser independente, ela faz parte da mesma organização.
Olha só, ela está abaixo do mesmo conselho de administração e trabalha em conjunto aqui com as áreas. Claro que ela tem que ser crítica. Quando tem alguma coisa errada, ela vai apontar. É papel dela, mas é. Inclusive, ela faz como a gente.
Viu algumas atividades de consultoria pro negócio pra ajudar o negócio a atingir seus objetivos. Quando a auditoria identifica um problema relevante é em alguns momentos. A área de negócio pode não gostar, porque tem que definir um plano de ação.
Mas é a ideia sempre para mitigar o risco, para que a área de negócio atinja seu objetivo, tá? Então essa é a cultura de riscos que deve ter dentro da organização. E tudo isso, toda essa atuação da auditoria da área de compliance, controles internos, áreas de negócio, sempre usando uma metodologia baseada em riscos. Que que é isso? É uma metodologia que vai avaliar os riscos, identificar os riscos, gerar uma resposta através dos controles.
Decidir como que vai ser a gestão desse risco. Isso é uma metodologia baseada em riscos. E a principal que a gente tem é a metodologia aquoso, né? Que nós estamos estudando nesse nosso treinamento.