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Mensuração dos Riscos

Transcrição

Aqui nós temos um timeline dos três acordos de basileia. Então vamos repassar e ver o que de mais importante foi desenvolvido em cada um dos acordos em 1000, 988 com base, leia um. O primeiro acordo tem a introdução dos bancos ter um requerimento mínimo de capital para os seus riscos. Retomando aqui, qual que é a ideia, o banco assume diversos riscos, principalmente o risco de crédito concedendo crédito para os clientes. Pode ter uma perda com isso para evitar essas perdas e evitar uma falência do banco. É importante ter uma cobertura de capital. O requerimento mínimo de capital, quer dizer que o banco tem que ter o mínimo de capital para fazer frente a essas possíveis perdas, e ele é calculado através do índice de basileia. Daí em 2004 tem a revisão do acordo com basileia dois como nós, vimos e ele introduz três pilares. Ele organiza mais o pilar. Um é o requerimento mínimo de capital que já existia no acordo de basileia. Um o pilar dois é o processo de supervisão ou fiscalização dos reguladores, então todo o requisito de adequação de capital. As regras. As fórmulas de cálculo para mensurar os riscos que nós vamos ver na sequência. Tudo isso vem nesse pilar dois e o pilar três. Ele fomenta a disciplina de mercado. Através da divulgação das informações, o banco central divulga as informações para o mercado. As informações. As regras são convergentes ou tenta ser o máximo possível convergente com as regras internacionais e todo o mercado sabe exatamente hoje o mercado já conhece o índice de basileia e é uma forma de avaliar a solvência de cada um dos bancos. Tudo isso em função dessa comunicação, que foi feita desde o início e aí 2010 lembrando que em 2008 um pouquinho aqui antes de 2010 nós, tivemos a grande crise de crédito no mundo e afetando principalmente os estados unidos e europa e ainda alguns países, e foi necessário alguns bancos faliram e foi necessário rever as normas deixá-la mais robusta para evitar novas situações como aconteceu em 2008, e aí tem um aumento em resumo, um aumento de capital requerido, então aquele requerimento. Lá atrás de cent, ele passa a ser maior por quê. Foi visto que não foi suficiente para alguns bancos, então aumenta a cobertura dos riscos através do índice de basileia precisa ter maior capital aqui as instituições, principalmente para absorver as perdas não esperadas e também introduz alguns requisitos de liquidez e alavancagem, então pede capital adicional que nós chamamos de buffers. São camadas adicionais de capital e alguns índices de liquidez para verificar qual a liquidez do banco em cada momento, porque muito do problema que nós tivemos em 2008 foi relacionado à falta de liquidez dos bancos. Eles até tinham alguma carteira de ativos, mas esses ativos não tinham liquidez e aí o brasil como membro do comitê de basileia, ele segue basileia três. Na verdade, ele segue os acordos de um dois e três e ele vem implantando desde 2013 aqui no brasil, através do conselho monetário nacional e do banco central. Então o brasil sempre buscando estar aderente, então repassando os objetivos de basileia três agora então é uma resposta regulatória à crise internacional que começou em 2007 se prolongou por 2008 as principais inovações. Como eu disse, primeiro, ele eleva a qualidade do capital regulatório e também a quantidade, os bancos precisam ter mais capital regulatório aquele cent. Lá atrás, não foi suficiente capital regulatório. O capital que o banco precisa manter no seu caixa para fazer frente aos riscos, traz um aperfeiçoamento aos fatores de ponderação de risco dos ativos aqui quando a gente fala de mensuração de riscos, a gente vai ver na sequência. Cada ativo do banco é ponderado pelo risco, e aí se ele recebe uma ponderação maior tem que ter mais capital se é uma ponderação menor. Ele tem que ter menos capital, então isso é muito importante porque antes o cálculo é bem simplificado, tem x de ativos precisava de cent de capital, mas a partir de basileia dois a ponderação do risco ela chega e cada vez ela é revisada para ser mais aprimorada. Basileia. Três introduz buffers que são os colchões de capital para conservação e contra cíclico os ciclos da economia. Ele deve evitar os ciclos para ter uma atuação antes das perdas acontecerem. Esse é o objetivo, então o colchão é ter um pouco mais de capital, como eu Disse novos requerimentos de liquidez e alavancagem para evitar os problemas que tiveram na crise de 2008 e requisitos prudenciais para aquelas instituições que são sistemicamente importantes. Tem instituições com abrangência mundial. Então a gente diz que ela é sistemicamente importante porque se ela quebrar, ela pode afetar diversos países, diversas empresas e pessoas físicas, e aí aqui, então a gente tem uma visão agora de basileia dois para a gente ver os três pilares. O primeiro pilar é alocação de capital. Então todo o critério de como o banco vai alocar capital para os seus riscos está mencionado aqui nesse pilar um todas as regras a gente vai ver algumas regras aqui. Para ilustrar no pilar dois é toda a parte de supervisão, o supervisor bancário. No nosso caso o banco central do brasil e o pilar três é a transparência é a comunicação toda a informação que é necessária para o mercado tem que ter essa transparência de mercado e aí voltando aqui para o pilar, um que é todo o cálculo do capital quanto de capital. O banco precisa ter esse cálculo é feito para os três principais riscos, risco de mercado, risco de crédito e risco operacional e vejam que para cada um dos riscos tem pelo menos dois métodos de fazer o cálculo. Aqui, o conceito é o seguinte, o método padronizado a gente vai ver na sequência. Alguns exemplos é o ativo ponderado pelo risco é uma tabela e aí o banco através dessa tabela inclui seus ativos e vai chegar em um valor de ativos ponderados. Nesse ativo, ponderado vai calcular o percentual de capital que precisa então toda vez que falar de método padronizado é uma tabela. É uma tabela para fazer um cálculo vejam que tem método padronizado para de mercado, método padronizado para risco de crédito e essas duas aqui tanto o método básico como o padronizado do risco operacional são tabelas e cálculos mais simples, mas também tem os métodos internos ou modelos internos. Aqui o cálculo do capital é feito através de um modelo estatístico ou diversos modelos estatísticos para mensurar os ativos que possuem risco de mercado aqui mesma coisa, diversos modelos e a método estaticos para mensurar para calcular o capital para risco operacional, então relembrando aqui para cada um dos três riscos existem duas metodologias. A tabela que é o método padronizado, o cálculo mais simples ou os modelos internos, cálculo mais simples, modelos internos, cálculo os mais simples esses dois modelos internos. Então isso é importante a gente saber por quê a área de riscos, a área de gestão de riscos que é responsável por mensurar os riscos por fazer o cálculo do capital necessário. O capital regulatório, que o banco precisa para atendimento ao banco central, vai trabalhar aqui diariamente com esses cálculos desenvolvendo os modelos, então é importante conhecer isso.