Ainda estamos falando sobre a metodologia coso.
Segundo cozo, o gerenciamento dos riscos corporativos
é constituído de oito componentes e esses componentes são
inter-relacionados pela qual a administração faz a gestão
das suas atividades,
e eles devem estar integrados no processo de gestão
às áreas de negócio.
Quando fazem as suas atividades precisam
seguir esses componentes,
o que está dizendo aqui é que
todas essas questões de avaliação de riscos e controles não
devem ser isoladas da empresa devem estar
inseridos nas atividades de negócio.
Essa é a principal mensagem,
vamos conhecer um pouco mais sobre esses componentes,
então eu vou explicar aqui pelo desenho.
Normalmente a gente chama isso de cubo do cozo.
Nós falamos de três principais
pilares da metodologia na aula anterior,
então ele está aqui ele está consolidado.
Nós falamos dos objetivos operacionais estratégicos.
Era o primeiro, o segundo de comunicação que são
as informações financeiras e contábeis e o terceiro de
conformidade às leis.
Então a metodologia deve buscar
atingir esses objetivos, e aqui é o como
qual que é o passo a passo que eu preciso fazer
para contribuir com esses objetivos da organização.
Primeiro uma avaliação do ambiente interno a gente vai falar
um pouco mais nos próximos slides.
A gente precisa fixar os objetivos que eu quero garantir
identificar os eventos e os processos.
Os riscos avaliar os riscos identificados
dar uma resposta para esse risco que normalmente é
definir o controle.
Avaliar as atividades de controle
ter uma visão das informações e comunicações geradas e fazer
o monitoramento dessas atividades.
Então esse é o passo a passo.
Essa é a sequência para a implantação da metodologia coso
que a gente vai explorar aqui na sequência, e
para quem se aplica essa metodologia para
cobrir esses objetivos.
Para garantir esses objetivos, ele vai
desde o nível da organização a própria organização em si,
mas a gente pode direcionar para uma divisão específica
para uma unidade de negócio, ou mesmo para uma subsidiária
a mesma metodologia.
A gente pode aplicar sobre a visão da empresa inteira
só para um segmento só para a humanidade de negócio ou
mesmo para uma subsidiária.
Então possibilita ter cent aqui de
abrangência para as unidades da empresa,
mas vamos explorar um pouco mais
primeiro componente ambiente interno.
Aqui compreende qual que é o tom da organização
para a avaliação dos riscos,
qual que é a metodologia que a empresa vai utilizar
como que ela vai abordar o seu pessoal com relação aos
riscos co.
A filosofia de gerenciamento de riscos
se vai ter apetite de riscos.
O que é apetite de riscos é a definição de um limite,
eu só aceito risco até determinado limite acima
disso eu não aceito.
Esse é meu apetite como que vai
ser a integridade.
A avaliação dos valores éticos dentro dessa organização,
então é o ambiente de riscos.
A empresa quer controlar mais seus riscos,
quer controlar menos essa é a filosofia
depois vai fixar os objetivos.
Os objetivos devem existir
antes que a administração possa identificar eventos
em potencial que pode afetar a sua realização.
O gerenciamento dos riscos corporativos vai assegurar que a
administração da empresa tem um processo implantado
para estabelecer seus objetivos
e vai garantir um suporte ali
para tudo que a organização tem para realizar suas missões
e que seja compatível com o seu apetite de risco,
quais são os objetivos da empresa,
o que ela quer fazer onde ela quer chegar.
E como a aceitação dos riscos
está relacionada a isso,
vamos pegar um exemplo de um banco que a gente gosta muito
de tratar aqui em função
do gerenciamento de risco ser muito forte o banco quanto
mais risco ele correr mais alavancado.
Ele for maior tem de ser a sua rentabilidade.
O apetite de risco é muito grande,
tem bancos que querem correr muitos riscos,
outros não outros são mais contidos.
Os objetivos definidos é um objetivo de rentabilidade clara
claro querem ter rentabilidade, mas não
tão forte não querem estar tão alavancados
para correr mais riscos.
Então esses objetivos são fundamentais para direcionar
como que vai ser a gestão do risco em si.
O terceiro componente é a identificação dos
eventos de risco.
Os eventos podem ser internos ou externos vamos lá,
exemplo de evento interno, uma fraude interna
ou qualquer outro risco que aconteça internamente e um
evento externo pode ser como a gente falou uma inundação
ou qualquer situação que aconteça de fora para dentro e
esses eventos podem influenciar.
O cumprimento dos objetivos da organização pode prejudicar
as suas atividades e precisam ser classificados
entre riscos e oportunidades.
Algumas situações vão ser riscos que devem ser mitigados
e outras vão ser oportunidades que podem gerar mais
dinheiro muito importante.
Essa avaliação. As oportunidades
são canalizadas para os processos para definir
as estratégias e seus objetivos,
então essa avaliação de riscos os controles
oportunidades é muito importante.
E aí nós temos o quarto componente que é a avaliação dos
riscos, aqueles eventos de riscos que foram identificados.
Eles devem ser analisados e classificados em
função de probabilidade e impacto.
O que é probabilidade qual é a chance desse risco?
Se materializar qual a chance desse risco acontecer desse
problema acontecer, qual que é a probabilidade é maior ou é
menor e qual que é o impacto.
Impacto a gente sempre vai lembrar de impacto financeiro
se acontecesse risco qual que é o tamanho da perda
financeira que eu vou ter qual é o impacto
nas minhas finanças.
E isso vai ser a base para determinar
como que a gente vai administrar esses riscos,
os riscos são avaliados quanto a sua condição
inerentes e ou residuais, o que é isso.
O risco inerente é o risco que existe no processo.
Quando avalia um processo, uma atividade identifica o risco,
esse é o risco inerente que está lá já está no processo.
O que é o risco residual depois que eu
avalio os riscos e tenho um controle
ainda pode ter algum resquício de risco.
É o risco residual e às vezes,
esse risco residual é tão pequeno que eu vou
aceitar conviver.
Um exemplo simples. Imagina que a gente tem um risco que um
tamanho de 100, mas eu tenho controles nesse risco.
Faço ele ser mitigado por um tamanho de 10 e aí como ele é
muito pequeno, eu vou conviver ao risco residual.
Cinco respostas ao risco.
A administração escolhe as respostas ao risco como
evitando aquele risco, aceitando o risco,
reduzindo o risco ou compartilhando risco.
Veja uma série de medidas para alinhar os riscos com a
tolerância e o apetite de risco que a companhia quer ter
se a companhia tem um apetite de risco muito grande,
ela pode aceitar o risco está dentro
do que eu quero aceitar,
vou correr esse risco e está tudo certo,
mas tem situações que eu vou evitar se eu quero
evitar o risco ou se eu quero reduzir o risco.
Eu preciso ter os controles.
Quando eu crio o controle coloco um controle natividade,
eu vou evitar e vou reduzir ou outra palavra sinônimo que a
gente usa muito mitigar o risco
ou também eu posso compartilhar posso
compartilhar esse risco, vou dar um exemplo aqui bem comum
as empresas de seguros normalmente elas são consultadas
para cobrir o risco de grandes projetos.
Imagina uma refinaria de petróleo imensa.
E aí a petrobras quer cobrir esse risco e chama uma
seguradora, mas fica muito caro.
No caso de um incêndio dessa refinaria
fica muito caro para uma seguradora cobrir tirar dinheiro do
seu caixa e cobrir para compartilhar esse risco,
ela chama outras seguradoras
e faz o que a gente chama de resseguro.
E aí, por exemplo,
cinco seguradoras agora compartilham risco e se
caso tenha um incêndio caso,
as seguradoras tenham que pagar,
em vez de uma seguradora pagar
todo o prejuízo para a petrobras como cobertura.
Agora cinco o risco é dividido em cinco a cinco cada uma
paga uma parte então o risco compartilhado,
então a resposta vai depender do que
é melhor para a companhia.
Seis as atividades de controle.
Aqui as políticas e procedimentos que
são criadas e implementadas para assegurar a resposta,
ela ser executadas com eficácia.
Então eu tenho uma atividade
com um para evitar que essa atividade
seja feita de uma forma indevida, eu crio uma política,
um manual de procedimentos,
um passo a passo que deve ser seguido o
colaborador que vai realizar essa atividade ele vai
seguir o passo a passo.
Isso tende a evitar uma falha operacional.
Por exemplo, porque ele vai seguir o passo a passo,
vai seguir aquilo que está no manual,
e isso vai fazer com que não tenha os riscos.
Materializados veja é uma atividade de controle
que foi criada para
Evitar os riscos, sete informações e comunicações.
Informações relevantes.
São identificadas colhidas e comunicadas
no prazo para permitir que se cumpra suas responsabilidades.
A comunicação eficaz também ocorre num sentido bem amplo,
fluindo em todos os níveis da organização,
o que é essa parte, tudo que a gente viu aqui
de avaliar o ambiente de controle,
identificar os riscos classificar os riscos,
criar os devidos controles os controles.
Tudo isso deve ser documentado e bem comunicado
dentro da organização.
Faz todo o sentido ter comitês
de avaliação de riscos e controles.
Uma boa metodologia de gestão de riscos requer que os riscos
sejam os inerentes sejam os residuais
sejam devidamente informados para os executivos
e por último, o monitoramento.
A gestão dos riscos corporativos é monitorada e são feitas
modificações necessárias para o seu aprimoramento.
Monitoramento é realizado através de atividades gerenciais
que são contínuas são periódicas.
Existem avaliações independentes que são realizadas.
O que é o monitoramento.
Não faz sentido ter uma avaliação de risco ao longo do ano
e depois, nos outros meses não ter mais avaliações.
O monitoramento requer que
as avaliações de risco os testes de controle sejam contínuos
sejam feitos periodicamente pelos responsáveis seja pelas
internos, seja pela auditoria interna,
mostrando seus resultados
que tenham acompanhamentos periódicos que tenham indicadores
de riscos mensais ou periódicos,
mostrando o tamanho das perdas.
Se as perdas que aconteceram no passado continuam
acontecendo, então o monitoramento,
inclusive esse monitoramento deve ser submetido aos com de
risco para acompanhamento e para avaliação
muito importante a realização também do monitoramento
dos riscos, controles e das perdas que aconteceram
e falando da evolução na metodologia aquoso.
Em 2013 nós, tivemos uma
nova versão da metodologia aquoso, qual foi o objetivo
garantir a eficácia e a robustez da estrutura de controles
internos que já havia sido criada lá em 92.
Algumas questões não mudaram porque elas já estão
consistentes, mas outras mudaram o que não mudou
a definição principal de controles internos que a gente viu
as três categorias de objetivos
e os componentes de controles internos que a gente
já passou também e o papel importante do
julgamento que existe na concepção.
Implementação e gestão dos controles
de ferramentas de vários.
Mas de de tudo isso existe um julgamento.
Existe uma avaliação que é feita
desde os profissionais de controles internos,
mas também dos comitês dos executivos,
qual o julgamento de risco sobre tudo isso e o que mudou.
Houve uma expansão do escopo na divulgação,
além da divulgação das informações financeiras,
qual que é a ideia além do foco
das demonstrações financeiras,
lembra que tudo começou aí ter os controles internos
para garantir as demonstrações financeiras.
Agora, a ideia é que tenha divulgação de riscos e controles
para todos os processos da empresa.
Todas as atividades relevantes da empresa não só aquelas
vinculadas às demonstrações financeiras.
Os aspectos de governança também agora estão mais amplos
a função dos comitês de risco.
As suas atribuições ficou mais claro a importância.
Um alinhamento desta gestão de risco e controle com
o modelo de negócio.
O modelo de negócio deve estar inserido nessa visão de
riscos e controles e consideração mais explícita dos
prestadores de serviço terceirizados.
Tem muitos riscos que acontecem muitas perdas que
acontecem quando a empresa terceiriza suas atividades.
Então tem uma preocupação muito grande com os prestadores
terceiros e por fim,
a capacidade de adaptação e adequação dos
sistemas de controles internos.
Com relação à mudança de negócio,
os negócios estão cada vez mais dinâmicos,
e essas mudanças também devem acontecer nos
seus sistemas de controles.
Imagina que um negócio muda, tem um novo foco,
uma nova estratégia, um novo produto e o controle
fica defasado.
A avaliação de risco fica defasada,
e isso não pode acontecer.