E nos indicadores chave de risco? É muito importante definirmos o apetite de risco ou os limites que nós queremos acompanhar. Vamos ver na prática como nós fazemos isso.
Normalmente são definidos limites de pontuação ou classificação, que podem ter 3 níveis ou mais. Normalmente, né? A gente chama de Farol, é vermelho, amarelo e verde.
Então, o que que a gente precisa? A gente precisa definir um limite inferior. E o limite onde é o aceitável é que é esse limite onde começa o amarelo, começa o alerta amarelo. E aí, qual que é o limite que começa o vermelho, né? Vou pegar um exemplo que eu já comentei, vamos relembrar aquele?
Primeiro exemplo de indicador de risco de quantidade de colaboradores numa determinada área. A área precisa de 20 pessoas para executar sua atividade e bater as suas metas.
Até 20, então aqui seria 20. Até esse limite seria verde. Então se tiver 25, 2324-2120 é verde.
Daí é definido que de 19 até 18 é amarelo, porque amarelo já é um alerta. A empresa precisa contratar mais 2 pessoas. Ela consegue contratar rapidamente. Por isso que é amarelo ainda não interfere, porque aquelas semanas que ficou sem os os 2 colaboradores, no máximo ela consegue depois compensar. Então 19 e 18 seria amarelo.
Mas 17?
Para baixo, né? 1716 1514 seria vermelho.
Tá então.
Quando tiver, por exemplo, 15 quando o indicador mostrar 15, a companhia precisa tomar uma atitude.
Rápida de contratar mais funcionários porque já começa a afetar o seu resultado, o cumprimento da meta.
Ah, então é um exemplo. Ilustra bem, né? Os faróis e aí a gente pode ter uma visão.
É do indicador frente o apetite de risco, né? Essa é a visão de um apetite de risco já com o Farol.
É muito comum quando nós falamos de indicadores chaves de risco, termos, dashboards, dashboards. São essas visões onde criamos para cada indicador a melhor visão. Aqui são exemplos de indicadores. É um exemplo de dashboard.
Então aqui um primeiro indicador, né? Um indicador de RH específico. Então ele mostra aqui é a gente consegue ver as linhas, ó essa, essa linha é o limite.
Crítico essa o limite aceitável. E a gente vê o azul é o realizado, ó. A gente vê que os pontos do realizado, algum momento fica laranja, mas ele está no amarelo. Então, assim, não está na região verde? Não, não está na região.
De tranquilidade. Está no amarelo, então é um ponto de atenção, né? Então, constantemente ele vem aqui num ponto de atenção. O indicador é nem precisa saber qual que é o indicador, mas a gente sabe que o indicador está na região de alerta.
Não é não está na região de tranquilidade, mas também não está na região crítica. Apesar de alguns momentos ele ter batido aqui, o laranja, que começa a ficar um pouco pior, né? A gente pode ter outras visões também.
Então, claro, vai ser uma peculiaridade desse indicador. No caso aqui, ó, tornou-se de de colaboradores, né? Então a gente vai ver que ele pode estar no verde vermelho, né? Dependendo é. Ou pode ser assim numa visão gráfica, né? Aqui não tem Farol, aqui eu só quero acompanhar o volume.
Ou esses daqui, né? Ele em forma de relógio, né, ó taxa de turnover.
Ou período de de de ausência aqui, né? Ou falta de colaboradores. Ó esse indicador, ó, ele está no vermelho, ó, está crítico. Definiram aqui 15%, ó 15%.
Né não, não está bom, ó. Está abaixo de 20 indicador. Vermelho precisa de atuação urgente aqui o período de vacância, 74% ó pelo indicador. Ele está verde, não está melhor cenário.
Mas ele está verde, está dentro do aceitável, né? E aqui?
Outros indicadores também, né? Mostra percentual. E aí por data. Então a gente vê, ó, que nessa data é estava como um alerta. Nessa data não teve nada, ficou cinza. Nessa data ela ficou, começou a ficar crítico.
É laranja. Nessa data, ficou verde de novo. Na época, o percentual estava alto, então a gente consegue ver por dia. Então aqui são exemplos, né, de dashboards que podem ser construídos.
Para mostrar é como fazer a gestão. Então vejam, em vez de ver muitos números, uma tabela com vários percentuais é muito mais lúdico para autoadministração ver um dashboard como esse, tá? Então é extremamente recomendo, né? Que os responsáveis pela gestão de risco, como eu disse, quem atua em compliance, quem atua em controles internos, é quando vai fazer o repórter dos indicadores de risco use.
O parecido como isso que a gente está vendo.
Então, para a gente fechar os indicadores chaves de risco, vamos falar dos principais benefícios. Não é dos indicadores. Então, primeiro, uma agilidade no acompanhamento e na identificação de riscos ou de novas situações. Como eu falei, ele é tempestivo. Pode ser diário, pode ser.
A cada hora, a cada minuto, dependendo se eu tenho a informação ali.
Disponível, a gente pode usar.
Essa informação tempestive tem esse benefício, monitoramento focado e priorizado. Então vou monitorar. Vou acompanhar essas métricas de risco focada e priorizado, porque eu não vou fazer para a empresa inteira. Eu vou priorizar aquilo que é mais importante. Eu quero o teu dashboard dos principais riscos ali na minha organização. Então tem um foco.
Agilidade na tomada de decisão, se é tempestivo quando fica num num amarelo, numa tensão ou no vermelho.
É que precisa de uma atuação, é mais forte, é. Tem que ter uma tomada de de decisão ágil, né? Naquele momento? E o indicador ajuda qualidade e transparência das informações, desde que bem construído.
É e que as métricas e os limites sejam bem comunicados.
Não é todo mundo tendo essa informação, todo mundo a gente diz, né? Entendeu o indicador? Aí é só acompanhar.
É possível fazer um benchmark por operação, por região, né? Então, levantando ali, naquela região, naquela operação, qual que é o melhor indicador? Fazer esse benchmark e usar no indicador de risco.
Aumento é atendimento a requisitos de governança, né? Ó o exemplo que eu passei, por exemplo, quando a gente fala dos indicadores de compliance, Ah, eu quero garantir a governança, quero garantir uma questão de compliance. Quero saber a quantidade de novos colaboradores que ainda não assinaram o código de ética ao código de conduta. Tá aqui, indicador de risco. Vejam como auxilia a governança.
Auxilia a governança corporativa.
Precisão e acompanhamento das ações mitigatórias quando tem um problema, o indicador mostra, tem que ter uma ação mitigatória para corrigir, para mitigar aquele risco. Quando roda o indicador de novo, depois da ação mitigatória, ele tende a ficar no verde. Eu vejo que foi corrigido só pelo fato de eu rodar o indicador novamente.
E avaliação conjunta de fatos, não é? Eu posso combinar indicadores, qual posso combinar situações para ver, por exemplo, uma esteira, toda uma esteira, se ela, todas as partes dela nessa combinação está adequada ou não? Tá então enormes, né? A quantidade de de benefícios, quando a gente fala dos indicadores de risco, realmente é uma grande evolução para usarmos nas nossas organizações.