Vamos falar um pouquinho sobre a integração entre as áreas
dentro da gestão de riscos
e toda a ótica de compliance que a gente vem estudando.
A primeira coisa é que, em uma visão geral
é muito importante estabelecer uma política corporativa
para a gestão de riscos.
Nós já falamos sobre a política sobre o passo a passo
e sobre o conteúdo que deve conter na política,
mas o mais importante que ter o papel em si ali.
Uma política escrita é ter
a visão da empresa
e dos colaboradores de que existe uma política
de que existe um amparo
legal no sentido de que o conselho de administração,
a instância máxima da empresa promove
o gerenciamento de riscos.
Então isso é muito importante e a gente viu que é um fator
primordial para a governança corporativa.
Então ter uma política corporativa para a gestão de riscos
possibilita que as diversas áreas
sigam o mesmo direcionamento, qual o direcionamento que
as áreas de negócio precisam fazer a gestão dos seus riscos
que as áreas de negócio são responsáveis pelos seus
controles e que sim, aí tem uma camada de proteção.
Como a gente viu as linhas de defesa, controles internos,
as áreas de risco auditoria interna
avaliando e verificando e fazendo toda a consultoria
desses riscos e desses controles.
Depois, é muito comum também
a utilização de um dicionário de
o que é um dicionário de riscos.
A gente pode ter nomenclaturas
diferentes para o mesmo risco.
A gente falou do risco legal o risco regulamentar o risco de
compliance que conceitualmente são muito próximos
e aí pode ter uma confusão.
Se isso não estiver claro dentro da empresa.
Pode ter uma confusão no dia a dia das áreas,
uma confusão qual que é o risco qual que é o tipo de risco.
Então as organizações que têm uma boa gestão de riscos criam
dicionário de riscos onde
cada risco cada sub risco tem a sua definição como nós.
Já vimos e isso é disseminado pelas diversas
áreas da organização desde a primeira linha desde áreas de
negócio até as áreas de suporte
as áreas de controle e mesmo auditoria interna.
Então todas as áreas vão ter di
o mesmo li, quando de
Avaliação de que são executados por essas áreas,
outro ponto muito importante que a experiência mesmo.
Os estudos mostram é que
a constituição de comitês e fóruns
é muito importante para a avaliação de risco.
Um comitê onde participa diretores de negócio.
Diretores de risco para debater os riscos
é muito relevante ter um fórum de discussão.
Tem muitas empresas que direcionam os assuntos de risco para
os gestores de risco.
Não é a melhor forma, a melhor forma é quando tem
o gestor de riscos junto com o gestor de negócios para
discutir os riscos, os controles qual as respostas
qual risco vai ser mitigado qual risco vai
ser mais controlado.
Então toda essa resposta ao risco
tem que ser debatida nos comitês e nos fóruns específicos.
E isso vai levar a organização para um outro patamar.
Quando a gente fala de gestão de riscos é um outro nível,
o nível mais robusto.
Então a gente está vendo aqui ter uma política corporativa
ampla para os diversos departamentos
ter um dicionário de risco também que seja o mesmo para
todas as áreas dentro da organização,
ter os fóruns os comitês para decisão.
Tudo isso fortalece a integração das áreas quando o assunto
é gestão de riscos e aí a gente consegue ver
aqui no quadro.
A gente já passou por ele,
mas agora reforçando que a organização tem os seus objetivos
e em uma visão de gestão de riscos.
Quando se utiliza uma metodologia baseada em riscos
para fazer a gestão da empresa, a gente vai ter todas
as áreas alinhadas, todas integradas
como eu disse todas essas áreas,
seguindo a mesma política corporativa para
fazer gestão de riscos.
Não é só isolado ali para a área de riscos fazer todas as
as áreas, inclusive a área de negócio.
É isso que vai garantir o objetivo da organização
o dicionário de risco todas essas áreas sem exceção,
falando o mesmo linguajar de riscos.
E quando a gente falou dos fóruns essas mesmas áreas,
participando dos fóruns de decisão e dos fóruns para debater
os riscos, o que faremos qual a
resposta para cada um dos riscos.
Então isso caracteriza bem
a integração das áreas e uma governança robusta
para fazer o gerenciamento dos riscos.