Existe um conceito muito utilizado
quando a gente fala de gestão de riscos especificamente de
governança corporativa que são
as três linhas de defesa.
Vamos explorar um pouquinho o conceito de cada uma delas,
então a ideia é que dentro da organização para
evitarmos a ocorrência de problemas operacionais
a materialização de riscos.
A materialização de perdas financeiras.
Claro qualquer empresa quer evitar isso.
Existem as linhas de defesa,
os responsáveis por defender
a organização frente a esses riscos.
A primeira linha de defesa é a própria unidade de negócio,
então como nós falamos, a unidade de negócio
é onde o risco inerente está
exemplo existe uma unidade de negócio responsável por
vender os produtos qual que é o risco que pode acontecer
se vende o produto.
O produto é inadequado para aquele cliente,
o cliente pode reclamar pedir um ressarcimento é uma perda
financeira para evitar esse risco.
Deve ter os seus devidos controles
qual que é o controle que pode ter uma checagem de
validade do produto.
Por exemplo, esse é o controle,
mas quem que é o responsável por executar esse controle
é a unidade de negócio.
Não é a área de risco. Não é a área de controles internos.
O risco inerente está na unidade de negócio,
ela é responsável.
Ela é a primeira linha de defesa vejam.
Isso precisa estar na cultura da empresa.
No dia a dia da empresa precisa estar claro que a unidade de
negócio é a primeira responsável para a salvaguarda dos
ativos da empresa.
A segunda linha de defesa, aí sim
é a área de controles internos, riscos e compliance,
então aqui essa segunda camada de proteção depois
da unidade de negócio, a segunda camada de proteção,
a segunda linha de defesa é controles internos,
riscos e compliance qual que é a ideia como existe
a avaliação da área de riscos,
a avaliação da efetividade e dos controles internos pela
área de controles internos, a avaliação da aderência
às regulamentações e leis por compliance.
Tudo isso ajuda a identificar riscos
e situações de controles deficientes se existe.
Uma falha na detecção da essa
i identificou precisa ter um plano de ação para
corrigir a terceira linha de defesa.
A terceira camada de proteção é a auditoria interna
então independente da unidade de negócio independente,
controles internos, riscos e compliance.
Essa terceira camada avalia os riscos avalia os controles
caso identifique, irregularidades abre o apontamento de
auditoria, vai ter seus devidos planos de ação.
Vai corrigir vai mitigar o risco, então vejam são
as proteções que a organização
possui nesse conceito.
O conceito vem evoluindo também algumas bibliografias
mais recentes, ao invés de falar três linhas de defesa
estão falando três linhas, mas no caso conceitualmente,
se refere a mesma coisa as mesmas unidades,
e aí nós temos também uma quarta linha de defesa.
Vamos dizer assim que é o trabalho da auditoria externa,
então empresas relevantes onde é requerida
uma avaliação de uma auditoria externa.
Ela possui essa quarta camada de proteção,
porque auditoria externa
também vai fazer uma avaliação dos sistemas
de controles internos.
Vai identificar situações de risco.
Vai identificar situações de controle deficiente e vai
orientar para qual que a companhia regularize
então vamos imaginar.
Uma fraude que aconteceu aqui dentro da unidade de negócio.
É uma fraude interna conluio de dois colaboradores.
A unidade de negócio não identificou.
O diretor não tem conhecimento disso e aí
durante as avaliações de controles internos de disco.
Pode ser que alguém identifique ou pode ser que não e aí
ninguém identificou.
Vem auditoria interna faz um trabalho
específico naquela diretoria.
Também não identifica aquela fraude, mas
em um trabalho de auditoria externa.
Auditoria externa cruza uma base de dados, pede
as evidências e identifica a fraude corporativa
o conluio daqueles dois colaboradores lá na área de negócio,
então vejam qual linha de defesa aqui que funcionou essa
quarta linha auditoria externa
vejam a primeira não identificou.
A segunda não identificou a terceira que a auditoria interna
não identificou e só auditoria externa que achou
esse problema e orientou a companhia para corrigir então
a gente não diz que a quarta linha de defesa normalmente a
gente fala das três.
Mas conceitualmente, existe
também essa camada da auditoria externa,
e lembrando que também a gente tem para algumas companhias.
O comitê de auditoria. O comitê de auditoria.
O foco dele é acompanhar toda a avaliação de risco e
controle que existe em uma organização,
então é papel dele também fazer as críticas
solicitar trabalhos específicos
so solicitar cobertura de atuação dessas três áreas
para evitar a ocorrência de problemas relevantes.
Então o comitê de auditoria tem uma função
importante quando a gente fala de proteção
e salva a guarda dos ativos da empresa.
Dentro desse contexto de três linhas de defesa,
vamos definir o que é auditoria interna, qual o seu papel
segundo o ipf,
que é a estrutura internacional de práticas profissionais
que é emitida pelo ia.
O instituto of internal auditors, que é o instituto
internacional de auditoria interna,
então pelo conceito auditoria interna é uma atividade
independente e objetiva de avaliação
insurance e de consultoria
que é desenhada para adicionar valor e melhorar
as operações da organização destrinchando o conceito.
Então a auditoria é uma atividade independente
independente da área de negócio independente das áreas de
risco independente para fazer as críticas que ela queira,
mas nós não chamamos auditoria externa de auditoria
independente sim auditoria externa também é independente,
mas conceitualmente, a interna é uma auditoria independente
porque ela não depende aqui da atuação das áreas de negócio.
Se ela encontra um problema,
ela tem que ser independente para apontar esse problema
para o conselho de administração.
Para o comitê de auditoria para os executivos resolverem,
ela não pode ser dependente dos negócios.
Essa é a lógica aqui e ela faz uma avaliação de achras
a avaliação da auditoria de avaliar os riscos.
Os controles. Nós chamamos de aures,
mas também ela pode desempenhar um papel de consultoria.
Quando que acontece isso
imagina que a organização está desenhando um novo projeto de
um produto e já quer identificar os riscos desde já desde a
elaboração desde a definição dos projetos.
E aí chama a auditoria interna
para fazer uma consultoria e já apontar alguns riscos
durante a elaboração desse processo,
e qual o objetivo o principal adicionar valor
não ser uma atividade burocrática,
mas apontar os riscos que devem ser geridos e com isso vai
trazer valor para a companhia.
Ela auxilia a organização para realizar seus objetivos.
Como a gente falou, ela precisa aplicar uma abordagem
sistemática e disciplinada sistemática.
É ter uma forma definida
um sistema de como avaliar as áreas de negócio
disciplinada ter começo meio fim
é tudo isso bem claro ali para o negócio, deixar claro que,
quando identificar problemas vai orientar para o
negócio, fazer as devidas.
Correções. Então vai avaliar e melhorar a eficácia dos
processos de todo o gerenciamento de risco con
controle e governança.
Então, se ela identificar riscos inerentes que não tinham
sido identificados controles que não estão efetivos.
Governança que não está sendo
feita da melhor forma tudo isso,
ela vai direcionar para a organização melhorar e trazer ali
os riscos mais mitigados mais controlados
e melhorias na governança corporativa.
Esse é o auditoria interna,
um pouco mais uma avaliação criada dentro
da empresa examina e avalia as atividades
as diversas atividades das unidades de
negócio e presta um serviço.
Ela é uma prestadora de serviço dentro da organização.
Ela auxilia os membros da administração porque ela fornece
análise avaliações.
Recomendações de melhorias pode fazer assessoria
às atividades que são executadas e ela vai fornecer dados
sobre a adequação e efetividade
do sistema de controles internos, lembra que nós falamos.
A organização vai ter um sistema de controles internos para
garantir a robustez de tudo isso, e quem que diz
se esse sistema de controles internos nos está adequado se
ele é efetivo para aquela organização.
Tem que ser alguém independente que
no caso é auditoria interna.
Então a qualidade disso do desempenho desse sistema
dentro da organização é um parecer,
vai ser um parecer da auditoria interna.
Normalmente esse resultado vai para os executivos de negócio
e vai para o comitê de auditoria que vai receber todos os
resultados das avaliações de auditoria interna
para acompanhar e chegar à conclusão.
Se as atividades estão atingindo os seus objetivos ou não,
e o último ponto falando ainda sobre independência,
a auditoria interna deve encontrar o maior grau
de independência dentro das limitações existentes da
empresa no mundo real.
O auditor deve ser imparcial e deve manter uma
condição para ele agir de uma forma íntegra e objetiva.
Por isso que não faz sentido,
a área de auditoria estará abaixo de um diretor de
Negócio dentro da estrutura da empresa,
a auditoria precisa estar ou
abaixo do presidente da empresa ou subordinado ao comitê de
auditoria, nunca abaixo de um diretor de negócio,
porque aí o auditor não vai ter independência que ele
precisa para fazer o seu julgamento.
Então, a independência dentro da organização
vai alcançar uma forma efetiva quando o executivo da
auditoria se reportar para o conselho de administração.
Quando houver se não houver o presidente da empresa,
esse é o melhor nível de independência.