Avaliação do sistema de controles internos.
A pergunta é como que um sistema de controles internos
pode ajudar a organização,
o que é sistema de controles internos.
É todo esse arcabouço que nós dissermos.
Então, quando uma organização segue a metodologia aquoso.
Quando ela cria ali seus procedimentos
de avaliar o ambiente de ter uma matriz de riscos e
controles, identificar os riscos criar os controles testar
isso periodicamente, tudo isso é o sistema de
controles internos.
Então ele vai ajudar as empresas para
garantir que os objetivos da companhia sejam alcançados.
Como a gente viu inclusive os objetivos de longo prazo
as empresas buscam principalmente rentabilidade.
Elas querem rentabilizar os seus acionistas
e devem ter os seus devidos controles.
Para garantir esse resultado final,
ele vai garantir também os relatórios financeiros
que são muito importantes como nós dissemos
para os seus investidores, mas também as
gerencia gerere são
as informações de dentro da empresa que os gestores de
negócio utilizam para tomada de decisão
para seguir a sua estratégia para conseguir
os melhores resultados.
Mas o sistema de controles internos também ajudam a garantir
a aderência da companhia às leis, as normas
políticas, regulamentos e procedimentos internos,
além de diminuir o risco de perdas inesperadas ou danos à
reputação quando a companhia possui
uma boa gestão dos seus riscos.
Quando as atividades de compliance
que é a avaliação das leis das normas das políticas
acontecem da forma correta da forma devida,
a empresa vai estar aderente.
Não vão acontecer ali situações
de descumprimento de normas,
a empresa não vai receber multas.
Não vai receber questionamentos dos órgãos reguladores,
e aí claro vai diminuir o risco de perdas inesperadas
perda inesperada.
É aquela perda financeira que a gente não espera que vai
acontecer, mas pode acontecer
se eu descumprir uma legislação por exemplo,
e eu posso receber uma multa ou uma sanção mais forte ou
também danos à reputação à reputação da
Companhia. Lembrando
do risco reputacional.
A imagem da companhia pode ser abalada caso,
eu não sigue siga as regulamentações,
principalmente dos órgãos reguladores.
Uma análise dos problemas relacionados às perdas pode
indicar que elas poderiam ser evitadas.
É muito importante dentro das empresas que as situações
de risco materializadas.
As perdas que efetivamente aconteceram sejam
avaliadas para que não aconteça novamente.
É muito importante.
Essa avaliação seja pela área de controles internos,
seja pela área de riscos ou mesmo pela auditoria interna,
porque quando acontece um problema, o plano de ação
vai ser resolver o problema, mas é
controle daquela atividade.
Se atividade não tinha controle
por a perda.
O plano de ação também é criar um controle para evitar
novas ocorrências, ou se existia um controle
por que esse controle foi inefetivo.
Provavelmente ele precisa ser aprimorado.
Ele precisa ser melhorado se tornar mais robusto para
evitar novas perdas.
O sistema de controles internos teria impedido
ou detectado com antecedência
os problemas que resultam em perdas,
qual é a ideia aqui se o sistema de controles internos é bem
elaborado, ele vai impedir ou detectar com antecendência
os problemas nos diversos processos da
companhia, isso é o principal.
Essa é a mentalidade que o gestor de riscos precisa ter
e aqui é o framework de controles internos.
É o reflexo da metodologia coso,
agora em uma visão um pouco diferente
mais ligada ali à prática.
Esse framework que ele tem como objetivo
orientar e padronizar a atuação dos analistas
de riscos e controles é a aplicação da metodologia aquoso
que visa manter os níveis de risco em patamares aceitáveis.
Lembrando o risco pode ser aceitável, mas dentro do patamar.
Dentro do apetite de risco da organização,
vamos ver aqui o passo a passo do framework.
A primeira parte do framework é a identificação dos
como que nós fazemos isso primeiro
mapeamento dos processos e riscos. A gente usa aqui
A matriz de riscos e controles.
A gente vai formalizar uma matriz de controle ter
algumas empresas, algumas instituições que têm
sistemas informatizados,
onde essa matriz de riscos vai estar lá
e o analista de riscos alimenta o sistema ou pode ser feita
também no excel com ali os devidos campos.
Então a primeira parte é percorrer o processo
lá na área de negócio, cada um dos processos
identificar os riscos relacionados por exemplo,
processo de pagamentos que eu comentei.
Por exemplo, existe um processo definido para
pagar os fornecedores.
Já sabemos que tem diversos riscos envolvidos.
O analista de riscos de controles internos precisa percorrer
esse processo fazer as entrevistas,
descrever esse processo como ele funciona
e identificar os seus riscos.
Com isso ele vai criando a matriz de riscos e controles.
A etapa seguinte é a priorização dos riscos.
Aqui vai ser feita a avaliação do ambiente de controle,
e vamos selecionar os riscos priorizados,
quais são os riscos mais importantes prioritários que devem
ser atacados, lembrando eu vou evitar o risco.
Eu quero mitigar eu quero compartilhar
o que eu quero fazer com esse risco.
Resposta ao risco. Aqui a gente vai definir o plano de ação.
Se eu tenho um possível problema
identificado, um risco que pode acontecer eu vou definir
um plano de ação.
Vou criar o controle
devido vou mencionar esse controle na matriz de risco,
e com isso vamos ter uma melhora
no ambiente de controle aqui a resposta ao risco que eu
preciso dar depois de tudo isso nós temos
etapa de monitoramento.
A gente vai fazer aqui a gestão das ocorrências.
Os problemas identificados aqui nessas etapas anteriores
a gente pode chamar de ocorrência.
Essas ocorrências vão ter os seus devidos planos de ação e a
gente vai monitorar monitorar o quê,
a implantação do plano de ação, a resolução do problema e
a criação devida do controle para que novas
ocorrências não aconteçam.
E é muito importante a criação de indicadores chaves de
risco, o que são indicadores a partir dos dados
de i as de
e isso indicador de risco para acompanharmos
faz sentido acompanharmos esses indicadores mês a mês
e caso aumente o risco.
Esse indicador indique que aumentou o risco.
Precisamos rever a nossa atuação e buscar mitigar esse
risco porque ele aumentou.
Em alguns momentos. Ele pode estar acima do apetite de risco
e por último nós temos etapa de reporte.
O reporte é o quê reportar toda essa avaliação.
Todo esse monitoramento periódico
tanto nos comitês operacionais das linhas de negócio
como nos comitês de riscos ou comitês de controles internos.
Se existir, não faz sentido só demonstrar esse resultado
nos comitês de risco.
Precisamos mostrar também nos comitês de negócio, porque o
é do negócio a o risco está na área de negócio.
Uma pergunta muito comum quem que é responsável pelos
riscos, o negócio quem que é responsável pelos controles que
devem ser definidos são as áreas de negócio
ouvi muitas vezes isso,
controles internos é responsável pelos controles.
Não é a área de controles internos.
É responsável por fazer essa gestão
de riscos e controles testar os controles se eles são
efetivos, mas qualquer correção é responsabilidade
da área de negócio.
É uma evolução muito importante
conceitual que deve ser discutido dentro da organização.