0%

Sistemas de Controles Internos

Transcrição

Avaliação do sistema de controles internos. A pergunta é como que um sistema de controles internos pode ajudar a organização, o que é sistema de controles internos. É todo esse arcabouço que nós dissermos. Então, quando uma organização segue a metodologia aquoso. Quando ela cria ali seus procedimentos de avaliar o ambiente de ter uma matriz de riscos e controles, identificar os riscos criar os controles testar isso periodicamente, tudo isso é o sistema de controles internos. Então ele vai ajudar as empresas para garantir que os objetivos da companhia sejam alcançados. Como a gente viu inclusive os objetivos de longo prazo as empresas buscam principalmente rentabilidade. Elas querem rentabilizar os seus acionistas e devem ter os seus devidos controles. Para garantir esse resultado final, ele vai garantir também os relatórios financeiros que são muito importantes como nós dissemos para os seus investidores, mas também as gerencia gerere são as informações de dentro da empresa que os gestores de negócio utilizam para tomada de decisão para seguir a sua estratégia para conseguir os melhores resultados. Mas o sistema de controles internos também ajudam a garantir a aderência da companhia às leis, as normas políticas, regulamentos e procedimentos internos, além de diminuir o risco de perdas inesperadas ou danos à reputação quando a companhia possui uma boa gestão dos seus riscos. Quando as atividades de compliance que é a avaliação das leis das normas das políticas acontecem da forma correta da forma devida, a empresa vai estar aderente. Não vão acontecer ali situações de descumprimento de normas, a empresa não vai receber multas. Não vai receber questionamentos dos órgãos reguladores, e aí claro vai diminuir o risco de perdas inesperadas perda inesperada. É aquela perda financeira que a gente não espera que vai acontecer, mas pode acontecer se eu descumprir uma legislação por exemplo, e eu posso receber uma multa ou uma sanção mais forte ou também danos à reputação à reputação da Companhia. Lembrando do risco reputacional. A imagem da companhia pode ser abalada caso, eu não sigue siga as regulamentações, principalmente dos órgãos reguladores. Uma análise dos problemas relacionados às perdas pode indicar que elas poderiam ser evitadas. É muito importante dentro das empresas que as situações de risco materializadas. As perdas que efetivamente aconteceram sejam avaliadas para que não aconteça novamente. É muito importante. Essa avaliação seja pela área de controles internos, seja pela área de riscos ou mesmo pela auditoria interna, porque quando acontece um problema, o plano de ação vai ser resolver o problema, mas é controle daquela atividade. Se atividade não tinha controle por a perda. O plano de ação também é criar um controle para evitar novas ocorrências, ou se existia um controle por que esse controle foi inefetivo. Provavelmente ele precisa ser aprimorado. Ele precisa ser melhorado se tornar mais robusto para evitar novas perdas. O sistema de controles internos teria impedido ou detectado com antecedência os problemas que resultam em perdas, qual é a ideia aqui se o sistema de controles internos é bem elaborado, ele vai impedir ou detectar com antecendência os problemas nos diversos processos da companhia, isso é o principal. Essa é a mentalidade que o gestor de riscos precisa ter e aqui é o framework de controles internos. É o reflexo da metodologia coso, agora em uma visão um pouco diferente mais ligada ali à prática. Esse framework que ele tem como objetivo orientar e padronizar a atuação dos analistas de riscos e controles é a aplicação da metodologia aquoso que visa manter os níveis de risco em patamares aceitáveis. Lembrando o risco pode ser aceitável, mas dentro do patamar. Dentro do apetite de risco da organização, vamos ver aqui o passo a passo do framework. A primeira parte do framework é a identificação dos como que nós fazemos isso primeiro mapeamento dos processos e riscos. A gente usa aqui A matriz de riscos e controles. A gente vai formalizar uma matriz de controle ter algumas empresas, algumas instituições que têm sistemas informatizados, onde essa matriz de riscos vai estar lá e o analista de riscos alimenta o sistema ou pode ser feita também no excel com ali os devidos campos. Então a primeira parte é percorrer o processo lá na área de negócio, cada um dos processos identificar os riscos relacionados por exemplo, processo de pagamentos que eu comentei. Por exemplo, existe um processo definido para pagar os fornecedores. Já sabemos que tem diversos riscos envolvidos. O analista de riscos de controles internos precisa percorrer esse processo fazer as entrevistas, descrever esse processo como ele funciona e identificar os seus riscos. Com isso ele vai criando a matriz de riscos e controles. A etapa seguinte é a priorização dos riscos. Aqui vai ser feita a avaliação do ambiente de controle, e vamos selecionar os riscos priorizados, quais são os riscos mais importantes prioritários que devem ser atacados, lembrando eu vou evitar o risco. Eu quero mitigar eu quero compartilhar o que eu quero fazer com esse risco. Resposta ao risco. Aqui a gente vai definir o plano de ação. Se eu tenho um possível problema identificado, um risco que pode acontecer eu vou definir um plano de ação. Vou criar o controle devido vou mencionar esse controle na matriz de risco, e com isso vamos ter uma melhora no ambiente de controle aqui a resposta ao risco que eu preciso dar depois de tudo isso nós temos etapa de monitoramento. A gente vai fazer aqui a gestão das ocorrências. Os problemas identificados aqui nessas etapas anteriores a gente pode chamar de ocorrência. Essas ocorrências vão ter os seus devidos planos de ação e a gente vai monitorar monitorar o quê, a implantação do plano de ação, a resolução do problema e a criação devida do controle para que novas ocorrências não aconteçam. E é muito importante a criação de indicadores chaves de risco, o que são indicadores a partir dos dados de i as de e isso indicador de risco para acompanharmos faz sentido acompanharmos esses indicadores mês a mês e caso aumente o risco. Esse indicador indique que aumentou o risco. Precisamos rever a nossa atuação e buscar mitigar esse risco porque ele aumentou. Em alguns momentos. Ele pode estar acima do apetite de risco e por último nós temos etapa de reporte. O reporte é o quê reportar toda essa avaliação. Todo esse monitoramento periódico tanto nos comitês operacionais das linhas de negócio como nos comitês de riscos ou comitês de controles internos. Se existir, não faz sentido só demonstrar esse resultado nos comitês de risco. Precisamos mostrar também nos comitês de negócio, porque o é do negócio a o risco está na área de negócio. Uma pergunta muito comum quem que é responsável pelos riscos, o negócio quem que é responsável pelos controles que devem ser definidos são as áreas de negócio ouvi muitas vezes isso, controles internos é responsável pelos controles. Não é a área de controles internos. É responsável por fazer essa gestão de riscos e controles testar os controles se eles são efetivos, mas qualquer correção é responsabilidade da área de negócio. É uma evolução muito importante conceitual que deve ser discutido dentro da organização.