Programa de gerenciamento de riscos.
Quando nós falamos sobre o compliance,
nós vimos o programa de integridade e ética do compliance.
E para a gestão de riscos, nós temos algo parecido,
nós podemos chamar de programa de gerenciamento de riscos,
onde existe um passo a passo
onde a organização precisa seguir para ter o processo
estruturado que nós comentamos.
A primeira etapa é a definição de objetivo
objetivo do gerenciamento de riscos.
Os objetivos da função de gerenciamento de riscos
devem ser direcionados para os objetivos e metas da
organização precisa ter um alinhamento,
não adianta a empresa querer expandir o seu negócio
e a forma de fazer o gerenciamento de riscos
é muito burocrático muito lento.
Isso não ajuda veja um outro exemplo, uma empresa
de tecnologia, uma empresa inovadora,
ela tem processos automatizados, normalmente trabalha
na forma agile, onde
squads de pessoas durante uma semana atuam com objetivos
e respostas rápidas.
O gerenciamento de risco deve ter uma atuação muito próxima
dessa para não travar o processo para que
as coisas fluam.
Também. Então as metas
da organização devem estar alinhadas com a meta
do gerenciamento de risco, dois escopo
estabelecer quais são
as áreas de negócio envolvidas no processo de gerenciamento
de riscos e quais são os riscos que serão
cobertos pelo programa.
No limite, todas as áreas de negócio são envolvidas
e todos os riscos.
Porém, nós podemos ter algumas situações em que alguns
negócios são secundários e em uma visão de risco.
Essas áreas de negócio não trazem riscos relevantes e pode
ter uma decisão de elas não participarem do programa de
gerenciamento de risco.
Mas essa análise tem que ser feita tem que ser documentada
e qualquer mudança na atuação dessa área que inicialmente
não entrou no escopo precisa ser reavaliada.
Três princípios e cultura de risco
tem que ter uma definição das premissas,
atitudes e conduta esperada dentro da organização.
Nós falamos um pouquinho disso.
Daqui no compliance toda a questão de cultura de risco e
compliance est.
As áreas responsáveis por treinamento e comunicação
dissemos que era de compliance,
treina e comunica tudo relacionado aos normativos
atualização de normativos internos e externos, mas
a assuntos relacionados a outros riscos que a área de
compliance não está atuando,
precisa ter um treinamento e comunicação advindo
aqui da área de riscos.
Da mesma forma que o compliance executa
o objetivo é o mesmo é que os colaboradores conheçam sobre
os principais riscos, como funciona a matriz de riscos,
quais os controles que eles precisam ter
e definir uma abordagem para fortalecer a
cultura de riscos.
Top down. Normalmente essa abordagem top down
é a mais comum onde parte a gente vai falar na sequência,
mas adiantando ando, onde parte de uma avaliação inicial dos
riscos, a identificação avaliação e depois direcionar para
uma resposta para esses riscos.
Essa é a abordagem top down
quatro apetite de risco
aprovar junto com o conselho de administração,
qual o nível de risco aceitável para cada um dos riscos
mapeados claro, estamos falando dos grandes riscos.
Os grandes riscos que afetam a empresa que
afetam a organização.
Então, para esses riscos é muito comum definir um apetite,
definir o máximo de risco que a empresa quer
aceitar vou dar um exemplo para ilustrar
um exemplo comum a diversas empresas diversos segmentos que
é o nível de inadimplência quando a empresa vende um
produto, um serviço é normal que uma parte dos
seus clientes não faça o pagamento e aí materializa a
inadimplência o risco de crédito como a gente viu
e a empresa pode definir aqui no seu conselho um percentual
máximo de inadimplência.
Por exemplo, não queremos ter acima de por c
do volume de vendas inadimplentes.
E aí, a área executiva
comercial vai trabalhar e fazer o máximo
para que esses cent não sejam superado se em algum momento.
Ele superar tem que segurar um pouquinho
as vendas ou direcionar para melhores clientes
para que esse percentual de inadimplência não aumente muito.
Estrutura de gerenciamento de riscos,
a organização precisa criar uma estrutura clara e funcional
para a gestão de riscos, considerando ali
as três linhas de defesa que nós vimos
empresas de grande porte empresas que têm ações negociadas
na bolsa como nós, vimos gerdau csn.
Os bancos que a gente comentou, também vão ter
as três linhas de defesa.
Claramente vai ter uma estrutura
com uma quantidade razoável ali de profissionais,
atuando na área de na área de compliance
na área de auditoria interna e claro empresas de menor
porte vai ter uma estrutura de acordo com o seu porte.
Não é requerido que tenham muitos profissionais.
Se a empresa é uma empresa de pequeno ou de médio porte.
Deve ser suficiente para conseguir fazer uma boa avaliação
dos seus riscos e
as etapas do gerenciamento de risco
precisa definir formalmente a metodologia para
gerenciar os riscos.
Utilização do método proposto pelo coso.
Vamos lembrar da metodologia coso qual que é o passo a passo
da metodologia coso para a gestão de riscos e controles,
um identificação dos riscos,
dois priorização desses riscos, quais os mais relevantes
três mensurar os riscos da melhor forma que puder trazer
aqui para valor financeiro e probabilidade de perda quatro
resposta aos riscos, o que eu vou fazer com aquele risco,
qual o controle que eu vou implantar cinco monitoramento dos
riscos, que é o acompanhamento e seis toda a comunicação e
reporte nos comitês e para o conselho da empresa.
Essa é a sequência como nós vimos da metodologia aquoso
e ela faz parte do programa de gerenciamento de riscos.
Nós temos também mundialmente uma
norma advinda que da iso, que é o iso
que ele fala sobre regras e premissas de gestão de risco.
Princípios e diretrizes foi desenvolvida pela iso.
A iso é a organização internacional
de normatização.
A gente conhece bastante a iso
pelo iso 9000 que é a qualidade de processos e aqui,
a ideia é ter regras e diretrizes para gestão de riscos
nas diversas organizações,
o que essa norma traz
primeiro os princípios da gestão de risco.
A gestão de risco deve ser
integrada nos processos da organização.
Nós. Vimos falamos bastante que
a área de riscos não tem que ser isolada.
Ela tem que estar intrínseca ali nas atividades do dia a dia
incluída como parte importante na tomada de decisão,
a tomada de decisão de negócio deve con os
deve ser formal sistemática e
deve ter uma política.
Os procedimentos tem que ter um sistema,
o passo a passo como a gente viu aqui o passo a passo do
estruturada uma sequência
com responsáveis com reporte
adaptada à natureza específica da empresa.
Falei, aqui, do exemplo de uma empresa de tecnologia tem
as suas peculiaridades às vezes,
a forma que se faz gestão em outro segmento não se aplica
nessa empresa de tecnologia precisam ter adequações.
Ela deve ser dinâmica e continuamente melhorada,
não adianta implantar e depois de cinco anos manter a mesma
estrutura de riscos, ela deve ser melhorada constantemente,
principalmente considerando as automações e
as melhorias tecnológicas que a gente acompanha no mercado
e sobre a estrutura da gestão de riscos,
compromisso do conselho de administração
e da alta administração para estabelecer e dar apoio à
função de gestão de riscos.
O board da empresa e os altos executivos
têm que apoiar a função de gestão de riscos.
Com isso, qualquer colaborador daquela organização
vai saber que a atividade de gestão de riscos é importante
por quê, porque o alto executivo acima
da estrutura dele está promovendo está apoiando.
Ele vê que a gestão de riscos é importante e o mesmo
para o board da empresa e a gestão de riscos
precisa ter uma política formal.
Uma política corporativa que vai trazer as diretrizes e
as premissas dessa atividade
vai ter também um manual de procedimentos das funções
de gestão de risco.
Aqui é um nível menor, então a política vai ter
as diretrizes e o manual vai ter de uma
forma mais detalhada.
As atividades que cada área de risco executa e daí,
nesse manual vai ter o objetivo daquela atividade o escopo
da atividade, quais são as atividades executadas
os responsáveis pelas atividades alçadas de aprovação.
Se tiver é um controle para mitigar risco de uma pessoa sem
alçada aprovar um valor muito alto
nível de reporte daquela atividade, como que é a comunicação
e aí no manual vai ter a data da elaboração desse manual
responsável pela elaboração, e que a
esse manual então são melhores práticas que
as empresas devem utilizar
quando a gente fala de políticas e procedimentos
e sobre a abordagem.
Aqui nós temos duas principais abordagens abordagem
Para depois avaliar os controles
que podem mitigar os riscos.
Estamos falando de uma abordagem top down em
erm enterprise risk management então toda vez que eu vi top
down é a sequência do cozo
identificar avaliar os riscos e depois pensar nos controles.
Já abordagem bottom up
é principalmente utilizada para os riscos de segurança da
informação ou de tecnologia, e ela é muito comum.
Aquela análise que olha diretamente para os controles.
É primeiro vou ver naquele fluxo sistêmico,
qual é o controle que eu preciso ter
e depois definir o risco relacionado,
então é uma visão diferente.
Na top da primeiro,
identificamos os cisco para chegar nos controles e nessas
atividades de segurança e informação eu primeiro avalio.
Os controles que preciso ter
para depois fazer uma avaliação dos riscos são formas
diferentes e como eu comentei.
A abordagem em bor up é muito mais focada aqui para
as atividades de segurança da informação e.