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Outros Riscos Operacionais

Transcrição

Aqui nós temos outros exemplos de riscos operacionais. A gente pode classificar os tipos de risco, conforme nós falamos, os principais, risco de crédito, risco de mercado, risco operacional, mas nós temos também sub riscos dentro de cada categoria. E aqui a gente vai ver alguns exemplos que seriam sub riscos ou subtipos de riscos operacionais, que são exemplos claros. Para nós entendermos diversas situações que envolve o risco operacional. O primeiro? Risco de overload, que é o risco de perdas quando tem uma sobrecarga no sistemas elétricos ou o processamento de dados, por exemplo, quando os sistemas não funcionam. Nas agências bancárias, pelo acúmulo de informação nos canais de comunicação. Ou na central de atendimento existe algumas alguns ataques cibernéticos, que consiste em. Envio não é aquele que está atacando. Envio uma quantidade grande de informação. O sistema da empresa recebe essa informação, mas a quantidade é tão grande que sobrecarrega e acaba liberando portas de entrada para o ataque cibernético. Então é um risco muito importante que precisa ser mitigado. Risco de obsolescência são perdas que podem ocorrer. Pela falta da substituição frequente dos equipamentos ou mesmo software que que já estão antigos, né? Nós temos a figura do hardware, que são os maquinários físicos. Temos os softwares, que são os programas. E eles constantemente têm que ser atualizados. É. É muito comum isso nas empresas, né? Um software que fica desatualizado e aí em função de novas funcionalidades que são requeridas. O software pode não rodar bem, não fazer uma boa integração com outros programas, com outros sistemas e trazer algum tipo de problema operacional é ou mesmo situações em que a versão é atualizada no software? Mas ela não é compatível com hardware porque o hardware está antigo também pode gerar problemas. Risco de presteza e confiabilidade. São as perdas pelo fato das. Informações não serem recebidas, processadas, armazenadas ou transmitidas em tempo hábil e de forma confiável. O que a gente espera num fluxo sistêmico é sempre isso que a informação. Seja recebida, devidamente processada para o próximo sistema, para o próximo programa. Então, impossibilidade de prestar informações precisas em determinados horários devido a atualização de banco de dados ocorrer em processamento bet, que é isso? É para nós simplificarmos os principais, os 2 tipos de processamento, processamento online, processamento em Beth, processamento online é aquele que acontece na hora ali, no momento que recebe a informação e processo, o bet. As informações primeiro são recebidas armazenadas e num determinado horário do dia, em lote, elas são enviadas pro processamento. Na etapa seguinte, esse processamento em lote, né? É o. Processamento inback. Que nós chamamos. Risco de equipamento, perdas por falhas nos equipamentos elétricos, processamento e transmissão de dados, sejam telefônicos ou mesmo questões de segurança. Então, redes de micros computadores contaminados por vírus, por exemplo, ou disco rígidos da máquina danificados, né? São riscos do equipamento, riscos do hardware, risco de erro não intencional, perdas devido a equívoco, omissão, distração ou negligência dos funcionários, né? O erro quando ele é não-intencional? Pau é aquilo que é como o nome diz, não teve a intenção. Aconteceu, né? Foi 11. Falha que ninguém viu, né? Ninguém visualizou o que aconteceu? Por exemplo. Um mau atendimento aos correntistas devido à falta de treinamento, né? A pessoa ali é que que que trabalha no banco. Ele foi atender o cliente, mas deu uma informação indevida porque ele não tinha. Não é. Não foi intencional. E aí nós temos o risco de fraude. O risco de fraude são as perdas em decorrência de comportamentos fraudulentos? Aqui sim. Aqui existe a intenção de fraudar a intenção de adulterar os controles, de descumprir a normas de desviar valores ou de divulgar informações incorretas de uma forma proposital. Exemplo, desvio de dinheiro dentro de uma agência bancária ou aceitação de incentivos de cliente para conceder crédito em valores mais elevados. Imagina uma situação que quer a concessão do crédito? Falar com seu gerente. O gerente fala que por algum restritivo não é possível, mas o cliente oferece para ele. Né? Algum benefício ou mesmo dinheiro? E o gerente tenta forçar ali a concessão de crédito para ele devido ao incentivo que ele recebeu. Tudo isso é caracterizado como fraude. Risco de qualificação, perdas pelo fato dos funcionários desempenharem as tarefas sem a qualificação adequada, sem estar devidamente. É treinado profissionalmente. Exemplo, uso de estratégias de rede com derivativos, sem conhecimento por parte do operador. É não conhece ali a extensão dos riscos. Nós falamos aqui do risco de mercado, onde o hedge é a proteção, né? Então, para operações que envolvem derivativos é muito comum. Né a empresa, o banco querer 11 hedge, querer uma proteção dessa posição frente alguma volatilidade que pode ter no ativo. E aí a gente pode ter um funcionário que atua lá na tesouraria e faz uso indevido do Red, porque ele não tem conhecimento, ele não sabe exatamente quais os riscos envolvidos, não é? Precisa ser treinado. Risco de produtos e serviços perdas em decorrência da venda de produtos ou prestação de serviços ocorrer de forma indevida. Ou sem atender às necessidades e demandas dos dos clientes? É então qualquer situação onde o serviço foi realizado de forma indevida. Ou o produto, né, está indevido? O produto não está adequado para aquele cliente, né? Vai caracterizar um risco de produtos e serviços. Recomendar a clientes de perfil conservador o investimento em fundos de derivativos alavancados. Os fundos de derivativos alavancados são fundos de alto risco. Se eu tenho um cliente com um perfil conservador, né? Não é esse ativo que deve ser direcionado para esse cliente. Risco de regulamentação, perdas em decorrência de alterações, impropriedades ou inexistência de normas para controles internos ou externos. Então, existem alterações nas normas? Que a área responsável seja compliance, seja controles internos, não acompanha o devidamente. Teve um problema, teve uma perda operacional, exemplo? O front-office. A área que vende os produtos financeiros não pode ser responsável pelo backoffice. Existe a segregação de função. Quem vende o produto deve ser uma pessoa em uma área diferente da pessoa que registra, que faz a Custódia do produto. Isso é muito comum nas instituições financeiras. Risco de modelagem, risco de perdas pelo desenvolvimento, utilização ou interpretação incorreta dos resultados dos modelos, incluindo utilização de dados incorretos. Então, qual que é o problema? Quando eu uso o modelo matemático e não conheço ali exatamente as suas hipóteses, eu posso gerar resultados indevidos e isso caracteriza um risco de modelagem. Risco de liquidação financeira, perdas em decorrência de falhas nos procedimentos e controles na finalização das operações. Aqui, o risco de liquidação não é um risco de crédito. É um risco de no momento da liquidação, né? No momento que o cliente vai pagar ali a sua dívida, né? Ou vai liquidar o seu investimento por algum motivo, isso não é realizado. Exemplo, envio e recebimento de de divisas em praças. Com diferentes fuso horários, feriados, regras operacionais. Então, tem que estar atento, principalmente entre países. Existem horários definidos para liquidação. Se o cliente liquida a operação depois do horário estabelecido, a operação não vai ser liquidada, vai ficar vencida. Riso. Sistêmico perdas devido a alterações no ambiente operacional, por exemplo. Quando tem uma alteração abrupta dos limites operacionais é em bolsas de valores. Todas as instituições financeiras vão enfrentar dificuldades. Imagina estão todos os bancos, todas as corretoras, todas as pessoas. Né? Atuando, comprando e vendendo ali num sistema operacional da bolsa de valores da b 3. Tem um risco sistêmico. O sistema para, né? Com certeza vai trazer problemas aí pra todos envolvidos. Risco de concentração, perdas por depender de poucos produtos, clientes ou mercados, vejam que é um risco operacional esse risco de concentração. Por que? Não é, é, é. É a regra de estar ou não concentrado em produtos, clientes ou mercados. Então, por exemplo, os bancos, eles só operam com até um certo limite, com alguns clientes, com alguns segmentos, para não ter muita concentração naquele naquele risco específico. E aí pode ser uma concentração no risco de crédito, uma concentração no risco de mercado, risco de catástrofe, perdas devido à catástrofes naturais. Ou não, ou podem ser também outras situações. Exemplos, desastres naturais, terremotos, enchentes que vai dificultar a operação da empresa, como o centro de processamento de dados é, imagina que teve 11 incêndio ali? No No centro de processamento de dados não é uma catástrofe natural, mas prejudicou totalmente as operações da empresa. E aqui, para finalizar mais algumas situações, não é um pouco mais do risco de liquidação? Não é um risco muito importante, não é para as empresas, para as instituições financeiras. Então são os problemas nos sistemas de pagamento. Quando uma das partes não recebe seu direito no vencimento da operação, existe uma operação com vencimento, a contraparte precisa pagar. Ela até tem dinheiro, mas ela não liquida ali de forma devida. Conforme era esperado, vai ter um risco de liquidação. Risco humano, associação à tomada de decisão no processo é, às vezes, a autoconfiança excessiva de algum funcionário, de algum executivo pode gerar uma decisão. Indevida, que traga perdas aqui para a empresa ou mesmo estresse. Ele precisa tomar a decisão. Está numa situação de estresse, acaba errando ali na sua decisão e gera perdas financeiras. Risco de controle inadequado é insuficiente. Aqui é falta de consistência, adequação dos sistemas de controles internos. Eu tenho um controle que ele tem a função de mitigar o risco, mas ele está inadequado. Ele não é suficiente, ele está incompleto. Ele precisa ser mais robusto para efetivamente cobrir o risco e risco de inadequação para a gestão dos negócios. Por exemplo, uso inadequado da tecnologia de informação, faço investimento, crie uma plataforma, uma solução, mas ela não resolve o meu problema. Ou situações de alçadas e limites que não foram devidamente definidas, né? Alçada deveria ser maior ou mais robusta, né? E ela não está adequada. Ou mesmo planos de contingência pro meu negócio, eu preciso ter situações de contingência onde, por exemplo, sistemas que param de funcionar entram no sistema auxiliar paralelo para realizar as operações da empresa e evitar grandes problemas. Então, a gente passou diversas situações de outros riscos operacionais.