Governança corporativa vamos entender então é qual que é o conceito que está por trás de governança corporativa, né? Que nós estamos falando nas aulas anteriores? Falamos muito aqui com advindo da lei sarbenes oxley. Vamos entender então as principais.
Definições relacionadas a isso, governança corporativa é um sistema pelo qual a sociedade são dirigidas e monitoradas.
É, a gente começa enxergar aqui, né, a atuação dos executivos, né? Do conselho de administração, que gerem é a as companhias, né, como eles.
Monitoram as atividades da companhia e aí vai envolver o relacionamento entre os acionistas, o conselho de administração, os diretores, a auditoria independente que a auditoria externa e o conselho fiscal, quando tiver. Então vejam que é é alta cúpula da organização. É aquele que aquele grupo que toma as principais decisões.
Com relação às estratégias, aos negócios?
A gestão de riscos.
A definição de apetite de risco é tudo isso. É esse nível que tu vai tomar a decisão, né? E aí que está transitando as questões de governança corporativa.
As boas práticas de governança corporativa têm como objetivo aumentar o valor da empresa. O que que a gente quer dizer? Uma empresa que tem uma gesto corporativa forte, robusta, que usa as boas práticas de mercado, com decisões tomadas no comitê, ao invés de ter decisões individuais que tenha alçadas?
Definidas para decisão que tenha apetite de risco, que segue a metodologia aquoso.
Tudo isso vai mostrar para o mercado que é uma empresa confiável, é que o acionista pode colocar o seu recurso lá e ter uma garantia maior é de de de ter uma rentabilidade em função da boa gestão, dos seus riscos.
Porque as perdas são evitadas e isso traz uma valorização da empresa.
E vai facilitar o acesso de capital, mais investidores vão colocar o seu capital nessa empresa e também vai contribuir para sua perenidade, que no tempo essa empresa tende a durar mais.
Que essa empresa atende não é a se prolongar as suas atividades há muitos anos, então são os benefícios, é de ter uma boa governança corporativa.
Componentes da governança corporativa não é? Então a gente pode listar aqui as principais áreas relacionadas a governança corporativa. Então, a primeira área é a área de gestão de riscos.
Qual que é o principal papel? Identificar e controlar os riscos. Lembrando que ela não vai ser isolada. Ela vai atuar em conjunto com as unidades de negócio. É. Os riscos estão nas áreas de negócio.
As áreas de risco é vão entrar em contato, vão atuar em conjunto com as áreas de negócio, identificar esse riscos e controlar os riscos junto com o negócio.
Vejam o que eu tinha comentado. A área de negócio é responsável pelo seu risco e pelo seu controle. Quem vai estar junto atuando aqui é a área de gestão de risco, controles internos e compliance.
A outra área relacionada é a área de controles internos. Vai definir os processos e os controles internos necessários para mitigar os riscos, para que os riscos das áreas de negócio estejam dentro do apetite do risco, que o risco seja residual e aceitável. Como a gente viu então, todo essa avaliação, esse teste da efetividade dos controles é feita pela área de contro.
Turns e nós temos a área de compliance que vai ser responsável por criar a cultura de risco e as condições de compliance, de aderência às leis, aos normativos dentro daquela organização.
Esse conjunto de áreas atuando próximo das unidades de negócio vai fazer com que a governança corporativa seja efetivo dentro daquela empresa, dentro daquela companhia.
Essa visão é bem interessante porque a gente parte da alta administração e os conselhos, né? Principalmente o conselho de administração. Eles vão definir as estratégias, a missão da empresa, quais são os valores daquela organização. Essa estratégia chega até os gestores da operação, né? Os diretores de cada negócio. E eles vão.
A área, eles são os executores para que cada atividade atinja o seu objetivo e o contraponto que existe nessa setinha aqui para cima é o contraponto.
Das áreas de gestão de riscos, controles internos e compliance, essas áreas que vai fazer o contraponto com os gestores, mostrar qual é o apetite de risco, mostrar os limites que eles devem atuar.
Né? Porque imagina que um diretor de uma área de negócio não tenha uma governança estabelecida, não tenha preocupação com os riscos. Ele pode se alavancar, ele pode tomar decisões por ele mesmo, né? Ele não. Não precisa prestar conta, né, e assumir muito mais risco. E isso gera uma perda lá na frente, porque não tinha regras, critérios, apetite de risco para ele atuar. Então é esse o contraponto.
Claro que essas áreas não podem ser burocráticas, evitar negócio.
Mas o ponto principal é que os negócios sejam realizados dentro do apetite de risco que a empresa espera, e aí nós temos o papel da auditoria interna, que vai avaliar de forma independente tudo isso.
Desde a definição das estratégias, a execução dos diretores e toda a atuação das áreas de risco. Uma pergunta muito comum é, auditoria interna pode auditar a área de gestão de riscos, compliance, controles internos? Claro que pode, porque ela vai avaliar se essas áreas estão executando suas atividades de forma eficiente, conforme os procedimentos, da mesma forma que ela audita.
Às diversas atividades das áreas de negócio. E aí para isso funcionar, né? Faz todo sentido.
É ter uma matriz de riscos e controles, como nós comentamos. Ter os manuais de procedimento é criados seja para as as unidades de negócio, seja para as áreas de riscos e controles, que os processos dentro das da organização sejam bem definidos, as responsabilidades definidas, que tenham sistemas informatizados. A gente entende que quando existe sistema informatizado.
Né? O risco operacional é muito menor do que processos manuais, onde os erros podem acontecer de uma forma mais fácil que existam bancos de dados e cadastros devidamente.
É constituídos, formalizados, armazenados numa periodicidade adequada. Que tenhamos pessoas treinadas e especialistas nos diversos temas e que sigamos os Marcos regulatórios.
Advindos ali dos órgãos reguladores, não é? Esse é o passo a passo para a gente ter uma ótima governança corporativa dentro da nossa organização.
Um programa disciplinado e sistemático de gestão de risco, compliance e auditoria interna precisa estar inserido nesse contexto de governança corporativa.
Então, se queremos ter, né, uma governança corporativa robusta e adequada dentro da nossa organização, a gente precisa ter um programa disciplinado, bem definido, bem constituído.
Sistemático, né? Que tem o passo a passo das atividades com isso.
A gente vai evitar surpresas, é, os acionistas precisam prover o seu empreendimento.
De uma forma eficaz e eficiente para a estrutura organizacional é a governança corporativa. Vai evitar essas surpresas? É de perdas que a gente não esperava, perdas financeiras.
Para os seus acionistas?
E grandes questões, não é nessa decisão, vão envolver primeiro a questão ética, que são os princípios e valores organizacionais. É sabido que se existe uma organização que segue os princípios éticos que os seus administradores atuam de forma ética, isso tende, né? De uma forma ali top down, chegar para os seus diretores.
Chegar para a base da empresa.
E isso, esses princípios, esses valores tendem a ajudar muito na execução das atividades e evitar situações de fraudes e problemas operacionais.
Outra outra questão é a estratégia operacional. É, a estratégia deve estar acompanhada com seu devido apetite de risco, com a ótica sempre presente de avaliação dos riscos. Também os riscos inerentes das operações, né? Como nós dissemos, existe risco em praticamente tudo o que a gente executa. Mas esses riscos devem ser ident.
Mercados e geridos, não é? A gente diz que.
Um vendedor de cachorro-quente ali, né? Na feira, por exemplo, ele tem diversos riscos, né? Qualquer empreendedor que inicie um negócio, né, ele tem risco no seu processo, né? Nesse exemplo que eu dei, qual que é o risco?
Risco de roubar o carrinho. Risco de o produto que ele está vendendo não ser bem aceito pelo cliente. Risco do cliente comprar fiado e não fazer o pagamento. Vejam quantos riscos existem, né?
Então, qualquer tipo de negócio tenha os seus riscos inerentes. Ele deve ser bem avaliado. E, por fim, não é o que a gente falou, o Marco regulatório.
Deve ser bem acompanhado, né? Aqui a gente está falando questões de compliance e esse Marco, é claro, vai depender de cada negócio, de cada segmento de atuação da empresa. Mas ele precisa ser muito bem gerido, né?
Seguindo essas atividades, a gente vai ter uma governança corporativa robusta.