Usar o Explorer
Aplica-se a: Explorer do Compliance Hub, árvore de navegação, visões por regulador, tema ou agrupamento, filtros, detalhe de documentos, perfis, permissões e contexto do workspace.
O Explorer organiza o contexto regulatório
Use o Explorer quando você quer navegar pelo conteúdo regulatório a partir de uma estrutura conhecida: regulador, tema, coleção, agrupamento do workspace ou visão configurada para a rotina da equipe. Ele ajuda a chegar ao item certo sem depender de uma palavra exata de busca e sem misturar conteúdos que pertencem a contextos diferentes.
Em vez de perguntar ao sistema por um termo, você entra por uma rota de trabalho: regulador acompanhado, tema crítico, biblioteca de normas, coleção operacional, documentos recentes ou recorte criado para o workspace. Para localizar uma expressão específica dentro de muitos conteúdos, a busca textual costuma ser mais adequada.
Pense em rota, não em palavra-chave: Se você sabe o contexto, comece pelo Explorer. Se você só tem uma expressão, número, trecho de ementa ou termo técnico solto, comece pela busca e depois confirme o contexto no detalhe do item.
Antes de confiar na lista
A lista do Explorer sempre reflete uma combinação de workspace, perfil, entrada de navegação, filtros e permissões. Quando algo parece ausente ou fora de lugar, vale conferir essas camadas antes de concluir que o conteúdo não existe. Essa verificação evita decisões baseadas em uma visão parcial.
- Confirme se você está no workspace correto. Ambientes diferentes podem ter coleções, perfis regulatórios, documentos e permissões diferentes.
- Observe a entrada selecionada na árvore ou na visão inicial. Um regulador, tema ou agrupamento selecionado muda a lista inteira.
- Confira filtros ativos, inclusive período, tipo de documento, status, regulador, tema, coleção e marcadores configurados para o workspace.
- Considere o seu perfil de acesso. Algumas rotas podem existir, mas mostrar menos itens quando o grupo não tem permissão para determinados conteúdos.
Ausência não significa inexistência: Se um item esperado não aparece, investigue primeiro workspace, perfil, filtro, origem do dado, classificação e permissões. Não trate a falta como problema visual nem troque rótulos para fazer a tela parecer correta.
Escolher a melhor entrada
A primeira escolha no Explorer determina o tipo de pergunta que você está fazendo. Uma entrada por regulador responde melhor a dúvidas sobre uma autoridade específica. Uma entrada por tema ajuda quando o mesmo assunto atravessa diferentes fontes. Uma coleção costuma representar uma curadoria do workspace, preparada para uma rotina recorrente.
- Comece pela visão mais próxima da sua intenção: Se a intenção é revisar publicações de um regulador, entre pelo regulador. Se é acompanhar um assunto transversal, entre por tema ou coleção temática. Se é continuar uma rotina do workspace, use a coleção ou agrupamento configurado para essa rotina.
- Abra a árvore apenas até o nível necessário: Níveis mais profundos reduzem a lista, mas também podem esconder itens relevantes de subcontextos vizinhos. Se o resultado ficar restrito demais, volte um nível antes de trocar para busca livre.
- Use a lista como confirmação do recorte: Os primeiros itens devem combinar com a entrada selecionada. Se aparecem documentos de outro tema, regulador ou coleção, revise a seleção e os filtros.
- Abra o item para validar contexto: A lista mostra uma visão resumida. A decisão deve acontecer depois de abrir o detalhe, conferir metadados, relações, fonte e informações do workspace.
Coleções podem ter intenção própria: Uma coleção não precisa ser uma biblioteca completa. Ela pode existir para acompanhar normas críticas, documentos em revisão, conteúdos recentes, obrigações ligadas a uma área ou qualquer recorte configurado para a operação.
Filtrar sem perder a trilha
Filtros ajudam a reduzir ruído, mas também são a causa mais comum de listas que parecem vazias ou incoerentes. Use filtros como refinamento da rota escolhida, não como substituto para uma entrada mal selecionada. Quando muitos filtros entram ao mesmo tempo, fica difícil saber qual deles mudou o resultado.
- Aplique um filtro por vez quando estiver investigando um conjunto desconhecido. Assim fica claro qual critério reduziu ou ampliou a lista.
- Remova filtros antigos antes de iniciar uma nova análise. Um período ou tipo de documento mantido sem perceber pode esconder conteúdos esperados.
- Volte para uma visão mais ampla quando a lista ficar vazia. Se o conteúdo reaparece, o problema está no recorte, não necessariamente no cadastro.
- Depois de encontrar o item, confira no detalhe se os metadados confirmam o filtro usado. Um resultado aparentemente correto ainda pode estar em uma classificação inadequada.
Quando limpar tudo: Se você já trocou de regulador, tema e período várias vezes, limpe os filtros e recomece pela entrada principal. Isso costuma ser mais confiável do que tentar lembrar qual combinação ficou ativa.
Ler o detalhe antes de agir
O detalhe do item é onde a navegação vira análise. Antes de registrar uma interpretação, encaminhar uma demanda, iniciar uma tarefa ou usar o conteúdo como evidência, confira se o documento aberto pertence ao contexto esperado.
- Verifique título, tipo de documento, regulador, datas relevantes e situação do item.
- Confirme se o conteúdo faz parte da coleção ou visão pela qual você chegou. Se não fizer, volte e revise filtros ou classificação.
- Observe relações com outros documentos, obrigações, tarefas, evidências ou registros de análise quando estiverem disponíveis.
- Use a volta para a lista ou a trilha de navegação para manter o recorte. Abrir uma nova rota sem perceber pode mudar o contexto da análise.
Não decida só pelo título: Títulos parecidos podem representar normas diferentes, versões atualizadas, documentos de reguladores distintos ou itens com escopos específicos. Abra o detalhe e confira os metadados antes de concluir que encontrou o documento certo.
Explorer e busca não resolvem a mesma coisa
A busca livre é melhor para localizar termos, números, expressões e trechos. O Explorer é melhor para percorrer uma estrutura de trabalho e entender contexto. As duas ferramentas se complementam: você pode encontrar um item pela busca e depois usar o Explorer para enxergar onde ele se encaixa, ou começar pelo Explorer e recorrer à busca quando a lista ainda estiver ampla.
- Use o Explorer para navegar por regulador, tema, coleção, pasta, visão inicial ou rotina do workspace.
- Use a busca quando você tem uma palavra, frase, número de norma, sigla ou trecho específico.
- Use filtros no Explorer para refinar um contexto já escolhido.
- Use o detalhe para validar se o resultado encontrado por busca ou navegação representa o documento correto.
Trocar de ferramenta faz parte do fluxo: Você pode começar no Explorer e terminar na busca, ou o contrário. O importante é validar o contexto antes de agir.
Diagnosticar resultados estranhos
Quando a navegação não responde como esperado, procure a causa em ordem. Isso evita ajustes superficiais e ajuda a separar problema de acesso, recorte, dado, classificação ou expectativa de uso.
- Confirme o workspace e o perfil: Verifique se você está no ambiente correto e se o grupo de acesso permite ver aquele tipo de conteúdo. Compare com alguém que tenha o mesmo papel operacional, não apenas com uma conta administrativa.
- Limpe filtros e reabra a entrada: Remova filtros ativos, volte para a entrada principal e aplique os critérios novamente. Se o conteúdo aparece sem filtros, o problema está na combinação de recortes.
- Compare navegação e busca: Se a busca encontra um documento que não aparece na rota esperada do Explorer, investigue classificação, coleção, tema, regulador e disponibilidade do item no workspace.
- Abra o detalhe do item suspeito: Confira metadados e vínculos. Um documento pode estar correto na base, mas fora da coleção esperada; também pode estar classificado de forma incompatível com a rota usada.
- Registre o achado com contexto: Ao pedir apoio, informe workspace, entrada selecionada, filtros ativos, item esperado, item encontrado e o que foi conferido no detalhe. Isso acelera a análise sem depender de reprodução por tentativa.
Sinal de navegação saudável: A lista fica coerente com a entrada escolhida, o detalhe confirma o contexto, os filtros explicam a redução do resultado e você consegue voltar para a visão anterior sem reconstruir a análise do zero.