E a transformação da reserva que você acumulou, em
renda. Vamos entender quais são as modalidades que
existem de uma forma mais detalhada.
Então, ao final da fase de acumulação, todo o
período que você acumulou fazendo aportes no plano de
previdência, seja VGBL ou
PGBL, você vai transformar o saldo
acumulado em renda, você vai converter
esse montante em pagamentos periódicos.
Claro, essa é uma possibilidade, outra possibilidade é você resgatar todo o
montante. Existem diferentes
modalidades de renda, que vai variar conforme a forma de
pagamento, o prazo e se protege ou não
os beneficiários. É muito comum, em um plano de
previdência, o participante, que é a principal
titularidade, colocar uma pessoa como beneficiário.
Então, por exemplo, o marido que coloca a esposa, a esposa que coloca o
marido, a esposa que coloca o filho como beneficiário, isso
é muito comum. E a escolha da modalidade de
renda vai depender do perfil do investidor, da
expectativa de vida, então qual a idade
dele daqui para frente e quais objetivos
financeiros desse investidor. Então vamos conhecer as principais
modalidades.
A primeira delas é a renda vitalícia,
duração vitalícia, então até o falecimento do
participante principal. Aqui não tem
beneficiário, é uma modalidade, então
o pagamento vai acontecendo, vitalício, até
falecer o titular, o principal participante do
plano. O segundo é a renda
vitalícia com prazo mínimo.
Aqui ela tem
a renda vitalícia, mas tem o benefício
para o beneficiário aqui
e vai garantir uma renda ao beneficiário por um período mínimo.
Então, tendo o falecimento do titular, durante um período
mínimo, o beneficiário ainda acaba recebendo.
Outra forma, renda vitalícia com reversão ao
beneficiário,
tem uma duração vitalícia,
existe o benefício aqui para o beneficiário,
e é um percentual da renda que é revertido para o
beneficiário.
Outra modalidade, renda vitalícia reversível com
continuidade aos menores.
A duração é vitalícia e tendo falecimento,
vai recair uma renda aqui para o cônjuge, mais filhos
menores. Então ele protege a família em duas
gerações, porque o cônjuge
recebe e os filhos também recebem.
Vejam que interessante essa modalidade.
Renda temporária, aqui tem um prazo
determinado. Pode, sim, refletir
como renda para o beneficiário, então a renda vai ser por um tempo
fixo e acaba tendo um valor maior mensal, porque
não é vitalício. O vitalício vai sempre ter um cálculo
atuarial de quanto vai ser a renda, porque precisa prever
quanto tempo ainda o titular vai
viver. Mas quando tem um prazo definido, por
exemplo, aquele caso que eu falei, na fase de
acumulação, 20 anos, e depois na fase de
recebimento, 10 anos. Se define essa renda temporária
por 10 anos, o valor mensal pode ser até maior do que uma
renda vitalícia. Pode ser mais interessante, mas é uma questão de escolha.
Renda por prazo certo. Aqui a duração
também tem um prazo fixo,
tem o direcionamento aqui para o beneficiário e ela
garante um pagamento até o fim desse
prazo. E o caso de pagamento único.
Aqui a duração é única, é só um pagamento.
Não direciona para o beneficiário, porque o participante
vai ter o recebimento integral do saldo que ele
acumulou
e aí já vai ter a tributação naquele exato momento onde ele está fazendo o
resgate. Lembra que a tributação acontece no momento do resgate,
então ele resgata, mas tem a
tributação também.